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Sepulcro

 

TEMAS CORRELATOS
(Desencarnação) (Entes queridos desencarnados) (Funeral) (Morte) (Vida espiritual)
(AFORISMOS)
 
  1. A sepultura (Soneto) — Cruz e Souza
  2. Agapantos  (Soneto) —  Gastão de Deus
  3. Além [Idem] (Soneto) — João de Deus
  4. Além ainda… (Soneto) —  Luiz Murat
  5. Além da noite (Soneto) — Cruz e Souza
  6. Além da noite [Idem] (Soneto) — Félix Pacheco
  7. Bendita seja a prece (O sofrimento de quem despertou na lousa fria) — Luiz Cândido
  8. Desencarnação (Soneto) —   Castro Menezes
  9. Diante da vida (Anseio por reencarnar) (Soneto) — A. Branco
  10. Dilema (Soneto) — Basílio Seixas
  11. Dona Branca (Soneto) — Silva Ramos
  12. In Limine (Soneto) — Augusto dos Anjos
  13. Mortos? Não (Soneto) — Antero de Quental
  14. Nem tudo é silêncio (Soneto) — Fábio Montenegro
  15. No estranho portal [Idem] (Soneto) — Luís Pistarini
  16. Retorno  (Soneto) — F. Neves
  17. Rogativa no túmulo (Soneto) — Rodrigues de Carvalho
  18. Rogativa paternal  (Soneto) — Gonçalo Jácome
  19. Sem sombras  (Soneto) — Lucindo Filho
  20. Sob os ventos da noite (Soneto) — Silva Ramos
 
AFORISMOS E CITAÇÕES
  1. E Jesus lhe respondeu: Deixa que os mortos enterrem os seus mortos; e tu vai, e anuncia o reino de Deus. — Lucas (Lc)
  2. A sepultura não é a porta do Céu, nem a passagem para o inferno. É o bangalô subterrâneo das células cansadas — silencioso depósito do vestuário apodrecido. — Humberto de Campos (Rat)Tx19
  3. O túmulo é a penetração na luz de novo dia para quantos lhe atravessam a noite com a visão da esperança e do trabalho. — Corvino a Quinto Varro (Avc)Tx56
  4. O túmulo é apenas uma porta que se abre no caminho da vida, da vida que continua sempre vitoriosa. — Noêmia (Rl)Tx79
  5. A vida compra a granel || Na ilusão que a desfigura. || O tempo cobra, fiel, || À porta da sepultura. — Américo Falcão (Ani)Tx81
  6. No sepulcro, em desconforto, || Quanta mágoa em Maristela! || A triste, buscando o morto, || E o morto, fugindo dela. — Américo Falcão (Ani)Tx81
  7. O corpo diz ébrio e ufano: || — Domino e gozo tranquilo! || Diz a cova ao corpo insano: || — Deixa estar que eu te aniquilo! — Virgílio Brandão (Ani)Tx81
  8. A sepultura é o nível das medidas terrenas, mas a vida é multiface, no Mais Além; à vista disso, na realidade substancial as suas atitudes e ações meritórias é que constituem a base de sua felicidade e a sua prédica irresistível. — André Luiz (Ie)Tx82
  9. O túmulo é uma urna de cinzas, porque não há mortos em seus sombrios portais. Há vivos, eternamente vivos, retomando atividades, reparando caminhos, recapitulando experiências, reajustando sentimentos, reerguendo as próprias forças ou remontando, em volições divinas, à Pátria Universal, cuja glória nós outros ainda não podemos devassar. — Neio Lúcio (Cdb)Tx83
  10. A sepultura não converte a carne que ela engole, voraz, em manto de santidade. — Humberto de Campos (Cec)Tx96
  11. Num sepulcro visto ao longe, || A chama da vela acesa || Parece um lenço acenando || De um cais de cinza e tristeza. — Isolino Leal (Tom)Tx102
  12. O túmulo é apenas uma passagem, no rumo do Mais Além, onde a maior novidade que nos surpreende é a continuidade da nossa existência. — Terezinha (Tl)Tx129
  13. A semente a renascer do claustro da terra te dirá que não há morte. — Emmanuel (Cdv)Tx151
  14. Dizem que a flor da saudade, || Flor de angústia e desconforto, || Nasceu do pranto materno || Na campa de um filho morto. — Juca Muniz (Ruv)Tx201
  15. Por cima, a Terra empape || Ouro, fama e orgulho vão, || No entanto, por baixo dela, || Não existe distinção. — Luiz Dantas (Hna)Tx259
  16. Muitos sovinas conheço || Dos enterros “luxo externo”; || Que indagam aqui com frio, || Onde o endereço do inferno. — Cornélio Pires (Fdp)Tx277
  17. Nunca escutei tanto choro || Como ouço tanta jura, || No enterro de alguns amigos, || À beira da sepultura. — Firmino Amaral (Pdp)Tx346
  18. O viúvo ouviu o Além, || Nas construções sepulcrais: || — “Espero-te aqui, meu bem, || Para saber como vais.” — Cornélio Pires (Pdp)Tx346
  19. Tomou sítios e fazendas, || Aos outros despoja e ferra, || Mas, por fim se acomodou || Em sete palmos de terra. — Lulu Parola (Pdp)Tx346