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Funeral

 

TEMAS CORRELATOS
(Desencarnação) (Finados) (Morte) (Sepulcro)
(AFORISMOS)
 
  1. Cremação (Reflexões em torno da questão n° 164 de “O Livro dos Espíritos”: “A perturbação que se segue à separação da alma e do corpo é do mesmo grau e da mesma duração para todos os Espíritos?”) — Emmanuel
  2. Despedidas na morte (Versos) — Trovadores diversos
  3. Na mansão dos mortos [Idem] (História de dois espectros num ambiente soturno de cemitério) — Humberto de Campos
  4. Nos dois lados (Soneto) — Cornélio Pires
  5. O problema da cremação [Idem] — Irmão X
  6. Sentem os desencarnados os efeitos da cremação de seus despojos mortais? [Idem] — Resposta de Emmanuel
  7. Sofre sem reclamar (Soneto) — Arnold Souza
OUTRAS REFERÊNCIAS AO TEMA
  1. Cremação W
  2. Funeral W
  3. O Espírito desencarnado pode sofrer com a cremação dos elementos cadavéricos? (Ocs)
  4. Sepultamento W
  5. Velório W
  6. Vide no livro “Obreiros da vida eterna” cap. 14, item 3: Dificuldades no restabelecimento espiritual de Dimas devido à influência das atitudes dos companheiros encarnados presentes em seu velório; e também o efeito de evocações de fatos antigos relacionados com o desencarnante. No cap. 15, item 2: O benéfico efeito sobre o recém-desencarnado, de uma prece efetuada minutos antes da saída do féretro.
  7. Vide questão 7 no cap. 11 do livro Pinga-fogo sobre a cremação de corpos.
  8. Vide no item 5 do cap. 4 do livro “Voltei”: A forte sensibilização perispirítica (de Irmão Jacob recém-desencarnado) às projeções mentais agressivas emitidas pelos encarnados presentes ao velório. (As revelações feitas por Jacob em seu velório continuam no capítulo seguinte)
 
AFORISMOS E CITAÇÕES
  1.  Ouvi alguém que dizia || — Lá se vai o poeta morto || Sem perceber a alegria || Do sonho chegando ao porto. — Adelmar Tavares (Jpv)Tx183
  2. Muita rosa de carinho || Na sepultura de alguém, || Às vezes, é muito espinho || Naqueles que estão no Além. — Boris Freire (Ruv)Tx201
  3. Na morte, o pior que eu acho, || Na cena que desanima, || É o cheiro de flor por baixo || E o pano roxo por cima. — Jair Presente (Ruv)Tx201
  4. Disse o vivo ao morto amigo: || — “A ti, meu pesar sincero…” || Disse o morto no jazigo: || — “Muito grato, aqui te espero.” — Cornélio Pires (Pea)Tx213
  5. Por mais que a fé nos console, || No Além, pouca gente atura || Quem lança conversa mole, || À beira da sepultura. — Manoel Serrador (Sp)Tx255
  6. Enterro em outros tempos || Era o morto no banguê; || Agora o enterro é milhões || Que não se sabe pra que… — Sinfrônio Martins (Fdp)Tx277
  7. Meu filho, não quero flores || Nem o luxo do jazigo, || Peço a Deus, unicamente, || A bênção de estar contigo. — Cândida Vieira (Rdl)Tx312
  8. “Adeus, adeus!…” disse Antônio || No enterro de Nino Pardo… || O morto disse, porém, || “Muito breve aqui te aguardo.” — Cornélio Pires (Alp)Tx406