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ESDE — Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita — Programa Fundamental

Módulo VI — Reencarnação

 

Roteiro 1

 

Fundamentos e finalidades da reencarnação

 

Objetivo Geral: Possibilitar entendimento da reencarnação sob a ótica da Doutrina Espírita.

Objetivos Específicos: Relacionar a doutrina da reencarnação com a manifestação da justiça divina. — Explicar a relação de causa e efeito no processo reencarnatório. — Citar as finalidades da reencarnação. — Esclarecer como atingir essas finalidades.


 

CONTEÚDO BÁSICO

 

  • A doutrina da reencarnação, isto é, a que consiste em admitir para o Espírito muitas existências sucessivas, é a única que corresponde à ideia que formamos da justiça de Deus para com os homens que se acham em condição moral inferior; a única que pode explicar o futuro e firmar as nossas esperanças, pois que nos oferece os meios de resgatarmos os nossos erros por novas provações. A razão no-la indica e os Espíritos a ensinam. Allan Kardec: O Livro dos Espíritos, questão 171 — comentário.

  • Se admitimos a justiça de Deus, não podemos deixar de admitir que esse efeito tem uma causa; e se esta causa não se encontra na vida presente, deve achar se antes desta, porque em todas as coisas a causa deve preceder ao efeito […]. Allan Kardec: O que é o Espiritismo. Cap. III — O Homem Durante a Vida Terrena, item 134.

  • Qual o fim objetivado com a reencarnação?

    Expiação, melhoramento progressivo da Humanidade. Sem isto, onde a justiça? Allan Kardec: O Livro dos Espíritos, questão 167.

  • A obrigação que tem o Espírito encarnado de prover ao alimento do corpo, à sua segurança, ao seu bem-estar, o força a empregar suas faculdades em investigações, a exercitá-las e desenvolvê-las. Útil, portanto, ao seu adiantamento é a sua união com a matéria. Daí o constituir uma necessidade a encarnação. Além disso, pelo trabalho inteligente que ele executa em seu proveito, sobre a matéria, auxilia a transformação e o progresso material do globo que lhe serve de habitação. É assim que, progredindo, colabora na obra do Criador […]. Allan Kardec: A Gênese. Cap. XI, item 24.

 


 

SUGESTÕES DIDÁTICAS

 

Introdução:

  • Apresentar, no início da reunião, os objetivos específicos do tema, comentando-os rapidamente.

 

Desenvolvimento:

  • Propor à turma, em seguida, a realização de um exercício, fundamentado na técnica buscando o consenso, tendo em vista a necessidade de desenvolver as ideias expressas nos objetivos. Explicar que a correta execução da tarefa requisita a aplicação das seguintes regras:

    a) Leitura, silenciosa e individual, do item 2 dos subsídios (Finalidades da reencarnação);

    b) Formação de grupos, após a leitura;

    c) Recebimento de uma listagem de 10 itens, relacionados ao conteúdo da aula, para ser lida, coletivamente, em cada grupo (veja anexo);

    d) Seleção, por consenso grupal, de 3 itens considerados como finalidades da reencarnação, e de 1 item entendido como sendo fundamento da reencarnação. Fazer releitura do texto dos subsídios, se necessário;

    e) Enumeração dos itens selecionados de 1 a 4 — também por consenso do grupo — , segundo a importância atribuída a cada um deles (assim, o de n° 1 tem maior importância que o de n° 4).

    f) Na busca do consenso, pedir à turma que evite o recurso do voto, do meio-termo ou da imposição da vontade. O importante é que o grupo aprenda a discutir, ceder ou defender pontos de vista, de forma equilibrada.

  • Pedir aos grupos que apresentem, em plenário, as conclusões do trabalho, assim como as justificativas que serviram de base para a seleção e a enumeração dos itens.

  • Colocar pincéis atômicos e folhas de papel pardo à disposição dos grupos, para serem utilizados nas apresentações.

  • Emitir comentários sobre as conclusões apresentadas, fazendo os possíveis ajustes.

 

Conclusão:

  • Retomar os objetivos do tema, comentados no início da aula, destacando:

a relação que existe entre a doutrina da reencarnação e a justiça divina;

a relação de causa e efeito que ocorre no processo reencarnatório;

as finalidades da reencarnação;

como atingir essas finalidades.

 

Avaliação:

  • O estudo será considerado satisfatório se os participantes souberem selecionar corretamente os fundamentos e as finalidades da reencarnação, tendo como base o texto dos subsídios e as ideias expressas pelo monitor no início da reunião.

 

Técnica(s):

  • Exposição; buscando o consenso.

 

Recurso(s):

  • Subsídios do roteiro; listagem de itens sobre fundamentos e finalidades da reencarnação; pincéis atômicos, folhas de papel pardo.

 


 

SUBSÍDIOS

 

A ideia da reencarnação não é recente nem foi inventada pelo Espiritismo. Trata-se, na verdade, de uma crença muito antiga, cuja origem se perde no tempo. A ideia da transmigração das almas formava, pois, uma crença vulgar, aceita pelos homens mais eminentes. De que modo a adquiriram? Por uma revelação, ou por intuição? Ignoramo-lo. Seja, porém, como for, o que não padece dúvida é que uma ideia não atravessa séculos e séculos, nem consegue impor se a inteligências de escol, se não contiver algo de sério. Assim, a ancianidade desta doutrina, em vez de ser uma objeção, seria prova a seu favor. […] Portanto, ensinando o dogma da pluralidade das existências corporais, os Espíritos renovam uma doutrina que teve origem nas primeiras idades do mundo e que se conservou no íntimo de muitas pessoas, até aos nossos dias. Simplesmente, eles a apresentam de um ponto de vista mais racional, mais acorde com as leis progressivas da Natureza e mais de conformidade com a sabedoria do Criador, despindo-a de todos os acessórios da superstição. (12)

 

1. Fundamentos da Reencarnação

Em resposta dada pelos Espíritos Superiores a Kardec, encontramos na questão 171 de O Livro dos Espíritos, a afirmação de que a ideia da reencarnação está fundamentada na justiça de Deus e na revelação, visto que todos […] os Espíritos tendem para a perfeição e Deus lhes faculta os meios de alcançá-la, proporcionando-lhes as provações da vida corporal. Sua justiça, porém, lhes concede realizar, em novas existências, o que não puderam fazer ou concluir numa primeira prova. Não obraria Deus com equidade, nem de acordo com a sua bondade, se condenasse para sempre os que talvez hajam encontrado, oriundos do próprio meio onde foram colocados e alheios à vontade que os animava, obstáculos ao seu melhoramento. Se a sorte do homem se fixasse irrevogavelmente depois da morte, não seria uma única a balança em que Deus pesa as ações de todas as criaturas e não haveria imparcialidade no tratamento que a todas dispensa. A doutrina da reencarnação, isto é, a que consiste em admitir para o Espírito muitas existências sucessivas, é a única que corresponde à ideia que formamos da justiça de Deus para com os homens que se acham em condição moral inferior a única que pode explicar o futuro e firmar as nossas esperanças, pois que nos oferece os meios de resgatarmos os nossos erros por novas provações. A razão no-la indica e os Espíritos a ensinam. (11)

Deus, em sua justiça, não pode ter criado almas desigualmente perfeitas. Com a pluralidade das existências, a desigualdade que notamos nada mais apresenta em oposição à mais rigorosa equidade: é que apenas vemos o presente e não o passado. A este raciocínio serve de base algum sistema, alguma suposição gratuita? Não. Partimos de um fato patente, incontestável: a desigualdade das aptidões e do desenvolvimento intelectual e moral e verificamos que nenhuma das teorias correntes o explica, ao passo que uma outra teoria lhe dá explicação simples, natural e lógica. Será racional preferir se as que não explicam àquela que explica? (13)

O princípio da reencarnação é uma consequência necessária da lei de progresso. Sem a reencarnação, como se explicaria a diferença que existe entre o presente estado social e o dos tempos de barbárie? Se as almas são criadas ao mesmo tempo que os corpos, as que nascem hoje são tão novas, tão primitivas, quanto as que viviam há mil anos; acrescentemos que nenhuma conexão haveria entre elas, nenhuma relação necessária; seriam de todo estranhas umas às outras. Por que, então, as de hoje haviam de ser melhor dotadas por Deus, do que as que precederam? Por que têm aquelas melhor compreensão? Por que possuem instintos mais apurados, costumes mais brandos? Por que têm a intuição de certas coisas, sem as haverem aprendido? Duvidamos de que alguém saia desses dilemas, a menos admita que Deus cria almas de diversas qualidades, de acordo com os tempos e lugares, proposição inconciliável com a ideia de uma justiça soberana. (8)

A pluralidade das existências, cujo princípio o Cristo estabeleceu no Evangelho (15) […] é uma das mais importantes leis reveladas pelo Espiritismo, pois que lhe demonstra a realidade e a necessidade para o progresso. Com esta lei, o homem explica todas as aparentes anomalias da vida humana; as diferenças de posição social; as mortes prematuras que, sem a reencarnação, tornariam inúteis à alma as existências breves; a desigualdade de aptidões intelectuais e morais, pela ancianidade do Espírito que mais ou menos aprendeu e progrediu, e traz, nascendo, o que adquiriu em suas existências anteriores. (5)

Com a doutrina da criação da alma no instante do nascimento, vem-se a cair no sistema das criações privilegiadas; os homens são estranhos uns aos outros, nada os liga, os laços de família são puramente carnais; não são de nenhum modo solidários com um passado em que não existiam; com a doutrina do nada após a morte, todas as relações cessam com a vida; os seres humanos não são solidários no futuro. Pela reencarnação, são solidários no passado e no futuro e, como as suas relações se perpetuam, tanto no mundo espiritual como no corporal, a fraternidade tem por base as próprias leis da Natureza; o bem tem um objetivo e o mal consequências inevitáveis. (6)

Com a reencarnação, desaparecem os preconceitos de raças e de castas, pois o mesmo Espírito pode tornar a nascer rico ou pobre, capitalista ou proletário, chefe ou subordinado, livre ou escravo, homem ou mulher. […] Se, pois, a reencarnação funda numa lei da Natureza o princípio da fraternidade universal, também funda na mesma lei o da igualdade dos direitos sociais e, por conseguinte, o da liberdade. (7)

Reconheçamos, portanto, em resumo, que só a doutrina da pluralidade das existências explica o que, sem ela, se mantém inexplicável; que é altamente consoladora e conforme à mais rigorosa justiça; que constitui para o homem a âncora de salvação que Deus, por misericórdia, lhe concedeu. (14)

 

2. Finalidades da Reencarnação

O fim objetivado da reencarnação, para os Espíritos Superiores, pode ser resumido no seguinte esclarecimento: Expiação, melhoramento progressivo da Humanidade. Sem isto, onde a Justiça? (10)

Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para uns, é expiação; para outros, missão. Mas, para alcançarem essa perfeição, têm que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal: nisso é que está a expiação. Visa ainda outro fim a encarnação: o de pôr o Espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da criação. Para executá-la é que, em cada mundo, toma o Espírito um instrumento, de harmonia com a matéria essencial desse mundo, a fim de aí cumprir, daquele ponto de vista, as ordens de Deus. É assim que, concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta. A ação dos seres corpóreos é necessária à marcha do Universo. Deus, porém, na sua sabedoria, quis que nessa mesma ação eles encontrassem um meio de progredir e de se aproximar dele. Deste modo, por uma admirável lei da Providência, tudo se encadeia, tudo é solidário na Natureza. (9)

A encarnação é necessária ao duplo progresso moral e intelectual do Espírito: ao progresso intelectual pela atividade obrigatória do trabalho; ao progresso moral pela necessidade recíproca dos homens entre si. A vida social é a pedra de toque das boas ou más qualidades. A bondade, a maldade, a doçura, a violência, a benevolência, a caridade, o egoísmo, a avareza, o orgulho, a humildade, a sinceridade, a franqueza, a lealdade, a má-fé, a hipocrisia, em uma palavra, tudo o que constitui o homem de bem ou o perverso tem por móvel, por alvo e por estímulo as relações do homem com os seus semelhantes. Para o homem que vivesse insulado não haveria vícios nem virtudes; preservando-se do mal pelo insulamento, o bem de si mesmo se anularia. (2)

O progresso nos Espíritos é o fruto do próprio trabalho; mas, como são livres, trabalham no seu adiantamento com maior ou menor atividade, com mais ou menos negligência, segundo sua vontade, acelerando ou retardando o progresso e, por conseguinte, a própria felicidade. […] Todo Espírito que se atrasa não pode queixar se senão de si mesmo, assim como o que se adianta tem o mérito exclusivo do seu esforço, dando por isso maior apreço à felicidade conquistada. […] O progresso intelectual e o progresso moral raramente marcham juntos, mas o que o Espírito não consegue em dado tempo, alcança em outro, de modo que os dois progressos acabam por atingir o mesmo nível. Eis por que se veem muitas vezes homens inteligentes e instruídos pouco adiantados moralmente, e vice-versa. (1)

Uma só existência corporal é manifestadamente insuficiente para o Espírito adquirir todo o bem que lhe falta e eliminar o mal que lhe sobra. […] Para cada nova existência de permeio à matéria, entra o Espírito com o cabedal adquirido nas anteriores, em aptidões, conhecimentos intuitivos, inteligência e moralidade. Cada existência é assim um passo avante no caminho do progresso. (3)

É importante considerar, entretanto, que o […] estado corporal é transitório e passageiro. É no estado espiritual sobretudo que o Espírito colhe os frutos do progresso realizado pelo trabalho da encarnação; é também nesse estado que se prepara para novas lutas e toma as resoluções que há de pôr em prática na sua volta à Humanidade [reencarnação]. (4)

 


 

ANEXO

 

LISTAGEM DE ITENS SOBRE FUNDAMENTOS E FINALIDADES DA REENCARNAÇÃO

 

I. “A obrigação que tem o Espírito encarnado de prover ao alimento do corpo, à sua segurança, ao seu bem-estar, o força a empregar suas faculdades em investigações, a exercitá-las e desenvolvê-las. Útil, portanto, ao seu adiantamento é a sua união com a matéria.” Allan Kardec: A Gênese, cap. 11, item 24.

 

II. “Mediante as diversas existências corpóreas é que os Espíritos se vão expungindo, pouco a pouco, de suas imperfeições. As provações da vida os fazem adiantar-se, quando bem suportadas. Como expiações, elas apagam as faltas e purificam. São o remédio que limpa as chagas e cura o doente.” Allan Kardec: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. 5, item 10.

 

III. Pelo “[…] trabalho inteligente que ele [o Espírito] executa em seu proveito, sobre a matéria, auxilia a transformação e o progresso material do globo que lhe serve de habitação. É assim que, progredindo, colabora na obra do Criador, da qual se torna fator inconsciente.” Allan Kardec: A Gênese, cap. 11, item 24.

 

IV. Os Espíritos Superiores esclarecem que há expiação nas diferentes existências no plano material, tendo em vista o “melhoramento progressivo da Humanidade. Sem isto, onde a justiça?” Allan Kardec: O Livro dos Espíritos, questão 167.

 

V. “Os Espíritos não ocupam perpetuamente a mesma categoria. Todos se melhoram passando pelos diferentes graus da hierarquia espírita. […] A vida material é uma prova que lhes cumpre sofrer repetidamente, até que hajam atingido a absoluta perfeição moral.” Allan Kardec: O Livro dos Espíritos, introdução 6, p. 24.

 

VI. “As diferentes existências corpóreas do Espírito são sempre progressivas e nunca regressivas […].” Allan Kardec: O Livro dos Espíritos, introdução 6, p. 25.

 

VII. “Os Espíritos Superiores ensinam “não haver faltas irremissíveis, que a expiação não possa apagar. Meio de consegui-lo encontra o homem nas diferentes existências que lhe permitem avançar, conforme os seus desejos e esforços, na senda do progresso, para a perfeição, que é o seu destino final.” Allan Kardec: O Livro dos Espíritos, introdução 6, p. 27.

 

VIII. “A passagem dos Espíritos pela vida corporal é necessária para que eles possam cumprir, por meio de uma ação material, os desígnios cuja execução Deus lhes confia. É-lhes necessária, a bem deles, visto que a atividade que são obrigados a exercer lhes auxilia o desenvolvimento da inteligência.” Allan Kardec: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. 4, item 25.

 

IX. “Todavia, por virtude do axioma segundo o qual todo efeito tem uma causa, tais misérias são efeitos que hão de ter uma causa e, desde que se admita um Deus justo, essa causa também há de ser justa.” Allan Kardec: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. 5, item 6.

 

X. “A doutrina da reencarnação, isto é, a que consiste em admitir para o Espírito muitas existências sucessivas, é a única que corresponde à ideia que formamos da justiça de Deus para com os homens que se acham em condição moral inferior; a única que pode explicar o futuro e firmar as nossas esperanças, pois que nos oferece os meios de resgatarmos os nossos erros por novas provações. A razão no-la indica e os Espíritos a ensinam.” Allan Kardec: O Livro dos Espíritos, questão 171 — comentário.

 


Referências Bibliográficas:

1. KARDEC, Allan. O Céu e o Inferno. Tradução de Manuel Justiniano Quintão. 58. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Primeira parte. Cap. 3, item 7, p. 30-31.

2. Idem - Item 8, p. 31.

3. Id. - Item 9, p. 32.

4. Id. - Item 10, p. 32-33.

5. Idem - A Gênese. Tradução de Guillon Ribeiro. 48. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Cap. 1, item 34, p. 30.

6. Id. - Item 35, p. 30-31.

7. Id. - Item 36, p. 31.

8. Id. - Cap. 11, item 33, p. 222.

9. Idem - O Livro dos Espíritos. Tradução de Guillon Ribeiro. 86. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005, questão 132, p. 103.

10. Id. - Questão 167, p. 121.

11. Id. - Questão 171, p. 121-122.

12. Id. - Questão 222, p. 143-144.

13. Idem, ibidem - p. 149.

14. Idem, ibidem - p. 153.

15. João, 3. 1-12 - Diálogo entre Jesus e Nicodemos.

[Obs. A diferença na enumeração das citações em relação ao livro impresso a partir do n° 9, deve-se ao fato de que nele a citação da questão 132 embora sendo um texto contínuo com seu comentário, foram feitas duas citações (9 e 10) e aqui ficou restrita a uma; e o asterisco (*) da pág. 184 veio ocupar o n° 15 das referências bibliográficas.]

 

Citação parcial para estudo, de acordo com o artigo 46, item III, da Lei de Direitos Autorais.

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