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EPM — Estudo e Prática da Mediunidade

PROGRAMA I — MÓDULO DE ESTUDO Nº III
FUNDAMENTAÇÃO ESPÍRITA — MEDIUNIDADE. OBSESSÃO. DESOBSESSÃO.

 

Roteiro 4

 

Obsessão: o obsessor, o obsidiado, o processo obsessivo

 

Objetivos específicos: Conceituar obsessão. — Explicar quem é o obsessor e quem é o obsidiado. — Analisar como se estabelece o processo obsessivo.


 

SUBSÍDIOS

 

1. CONCEITO DE OBSESSÃO

 

Obsessão é o […] domínio que alguns Espíritos logram adquirir sobre certas pessoas. Nunca é praticada senão pelos Espíritos inferiores, que procuram dominar. Os bons Espíritos nenhum constrangimento infligem. Aconselham, combatem a influência dos maus e, se não os ouvem, retiram-se. Os maus, ao contrário, se agarram àqueles de quem podem fazer suas presas. Se chegam a dominar alguém, identificam-se com o Espírito deste e o conduzem como se fora verdadeira criança. (2) Geralmente é distúrbio espiritual de longo curso, […] com graves consequências, em forma de distonias mentais, emocionais e desequilíbrios fisiológicos. (3) Em casos mais graves, […] a obsessão é enfermidade espiritual de erradicação demorada e difícil, pois que muito mais depende do encarnado perseguido do que do desencarnado perseguidor. (6)

 

2. QUEM É O OBSESSOR

 

Obsessor — do latim obsessore — Aquele que causa a obsessão; que importuna […] Não é um ser estranho a nós. Pelo contrário. É alguém que privou da nossa convivência, de nossa intimidade, por vezes com estreitos laços afetivos. (14) O Espírito perseguidor, genericamente denominado obsessor, em verdade é alguém colhido pela própria aflição. Ex-transeunte do veículo somático, experimentou injunções que o tornaram revel, fazendo que guardasse no recesso da alma as aflições acumuladas, de que não se conseguiu liberar sequer após o decesso celular. Sem dúvidas, vítima de si mesmo, da própria incúria e invigilância, transferiu a responsabilidade do seu insucesso a outra pessoa que, por circunstância qualquer, interferiu decerto negativamente na mecânica dos seus malogros. […] (4)

Há obsessores que não possuem vínculos cármicos com o encarnado e que, no entanto, podem causar-lhe grandes transtornos. São Espíritos moralmente inferiores, geralmente agindo […] de preferência nas próprias paisagens invisíveis, em torno de entidades desencarnadas não devidamente moralizadas, mas também podendo interferir na vida dos encarnados, prejudicando-os e até os levando aos estados alucinatórios, ou mesmo ao estado de obsessão, pelo simples prazer de praticar o mal, divertindo-se. (8)

 

2.1. Tipos de obsessores

 

a) Obsessores que não intencionam fazer o mal

 

Há obsessores que […] não são totalmente maus, é preciso que se diga. Como ninguém é absolutamente mau. São, antes, doentes da alma. Possuem sementes de bondade, recursos positivos que estão abafados, adormecidos. […] Nem todo obsessor tem consciência do mal que está praticando. Existem aqueles que agem por amor, por zelo, pensando ajudar ou querendo apenas ficar junto do ser querido. (15) São pessoas mais desajustadas em termos afetivos. Amam egoisticamente; exigem, igualmente, exclusividade nas relações afetivas. Outras vezes amam alguém de forma deturpada, com excessivo apego. É uma mãe ou um pai fortemente vinculados a um filho, tolhendo sua liberdade, restringindo-o ao campo da sua atuação. Não querem dividi-lo com ninguém. É um esposo ou esposa ciumentos, que desconfiam de tudo, que mantêm controle do cônjuge, fazendo-o prisioneiro nas garras de sua insegurança. Essas são as principais características do obsessor não propriamente vinculado ao mal, mas vinculado ao egoísmo, ao ciúme e ao sentimento de posse.

 

b) Obsessores vinculados ao mal

 

Obsessores, sim, os há, transitoriamente, que se entregam à fascinação da maldade, de que se fazem cultores, enceguecidos e alucinados pelos tormentosos desesperos a que se permitiram, detendo-se nos eitos, de demorada loucura […] — verdugo impiedoso de si mesmo — pois todo o mal sempre termina por infelicitar aquele que lhe presta culto de subserviência. Tais Entidades — que oportunamente são colhidas pelas sutis injunções da Lei Divina — governam redutos de sombra e viciação, com sede nas Regiões Tenebrosas da Erraticidade Inferior, donde se espraiam na direção de muitos antros de sofrimento e perturbação na Terra, atingindo, também, vezes muitas, as mentes ociosas, os Espíritos calcetas, os renitentes, revoltados, […] por cujo comércio dão início a processos muito graves de obsessão de longo curso. […] (5) Tais obsessores são […] adeptos da revolta e do desespero. […] São pobres desequilibrados que tentam induzir todas as situações à desarmonia em que vivem. (20) Eles se organizam em falanges cujos integrantes apresentam, no perispírito, aspectos […] disformes, grotescos, extravagantes, e cujas configurações e ações pareceriam fruto de pesadelos àqueles que não se afinam com as blandícias da Espiritualidade. Provocam-nos, seduzem-nos, aterrorizam-nos, criando mil fantasmagorias que às pobres vítimas parecerão alucinações diabólicas, das mesmas se servindo, ainda, como joguetes para a realização de caprichos, maldades e até obscenidades. Comumente, queixam-se os suicidas de tais falanges, cujo assalto lhes agrava, no pélago de males para onde o suicídio os atirou, o seu insuportável suplício. (9)

 

3. QUEM É O OBSIDIADO

 

Obsidiado — Obsesso: Importunado, atormentado, perseguido. Indivíduo que se crê atormentado, perseguido pelo Demônio […]. Obsidiados — todos nós, o fomos ou ainda somos. (13)

 

3.1. Tipos de obsidiados

 

a) Psicopatas amorais

 

São Espíritos endividados, que contraíram débitos pesados em existências anteriores, após estágio mais ou menos prolongado nas regiões espirituais de sombras e de dor, e que volvem à reencarnação, quando se mostrem inclinados à recuperação dos valores morais em si mesmos. Transportados a novo berço, comumente entre aqueles que os induziram à queda, quando não se veem objeto de amorosa ternura por parte de corações que por eles renunciam à imediata felicidade nas Esferas Superiores, são resguardados no recesso do lar. Contudo, renascem no corpo carnal espiritualmente jungidos às linhas inferiores de que são advindos, assimilando-lhes, facilmente, o influxo aviltante. Reaparecem, desse modo, na arena física. Mas, via de regra, quando não se mostram retardados mentais, desde a infância, são perfeitamente classificáveis entre os psicopatas amorais, segundo o conceito da “moral insanity” [insanidade moral], vulgarizado pelos ingleses, demonstrando manifesta perversidade, na qual se revelam constantemente brutalizados e agressivos, petulantes e pérfidos, indiferentes a qualquer noção da dignidade e da honra, continuamente dispostos a mergulhar na criminalidade e no vício. (18)

 

b) Doentes mentais

 

Reconhecemos, com os ensinamentos da Doutrina Espírita, que todos aqueles portadores de esquizofrenias, psicopatologias variadas, dentro de um processo cármico, são Entidades normalmente vinculadas a graves débitos, a dívidas de delitos sociais, e, conforme nos achamos dentro desse quadro de compromissos, essas psicopatologias de multiplicada denominação assumem intensidade maior ou menor […]. Nos casos de epilepsias, tudo nos leva a crer que as Entidades credoras em se aproximando do devedor diretamente, ou por meio do pensamento, promovem como um acordamento da culpa, e ele mergulha, então no chamado transe epiléptico. (7)

Na […] retaguarda dos desequilíbrios mentais, sejam da ideação ou da afetividade, da atenção e da memória, tanto quanto por trás de enfermidades psíquicas clássicas, por exemplo, as esquizofrenias e as parafrenias, as oligofrenias e a paranóia, as psicoses e neuroses de multifária expressão, permanecem as perturbações da individualidade transviada do caminho que as Leis Divinas lhe assinalam à evolução moral. (17)

 

c) Psicopatas astênicos e abúlicos

 

Aqueles Espíritos relativamente corrigidos nas escolas de reabilitação da Espiritualidade desenvolvem-se, no ambiente humano, enquadráveis entre os psicopatas astênicos e abúlicos, fanáticos e hipertímicos, ou identificáveis como representantes de várias doenças e delírios psíquicos, inclusive aberrações sexuais diversas. (18) As características predominantes destes obsidiados são as irresponsabilidade e a fraqueza perante a vida. Neles, o senso de honra ou de dever, é, praticamente, inexistente. Não sabem ou não conseguem tomar uma decisão, revelando uma terrível fraqueza moral.

 

4. O PROCESSO OBSESSIVO

 

O processo obsessivo não se instala de imediato: é gradual, de acordo com o grau ou a intensidade da obsessão, que Kardec classifica em simples, fascinação e subjugação, objeto de estudo do próximo roteiro. No início, o Espírito perseguidor localiza na sua vítima […] os condicionamentos, a predisposição e as defesas desguarnecidas, disso tudo se vale o obsessor para instalar a sua onda mental na mente da pessoa visada. A interferência se dá por processo análogo ao que acontece no rádio quando uma emissora clandestina assa a utilizar determinada frequência […], prejudicando-lhe a transmissão. (11) O passo seguinte é a ação persistente do obsessor para que se estabeleça a sintonia mental, entre ele e o perseguido. Passa a enviar […] os seus pensamentos numa repetição constante hipnótica, à mente da vítima, que, incauta, invigilante, assimila-os e reflete-os, deixando-se dominar pelas ideias intrusas. (12) Além da ação hipnótica, há também o envolvimento fluídico, que torna o perseguido debilitado, favorecendo, assim, a ação do obsessor.

O Espírito perseguidor […] atua exteriormente, com a ajuda [por intermédio] do seu perispírito, que ele identifica com o do encarnado, ficando este afinal enlaçado por uma como teia e constrangido a proceder contra a sua vontade. (1)

O obsessor não dá trégua ao obsidiado. Por ação própria e de outros Espíritos que são igualmente por ele dominados, mantém ação persistente junto ao objeto de sua perseguição. Durante o sono, sobretudo, age com mais intensidade. A pessoa […] deixa-se dominar por um inimigo invisível, durante o sono. Afina-se com o caráter deste e recebe as suas ordens ou sugestões, tal como o sonâmbulo às ordens do seu magnetizador. Ao despertar, reproduz, mais tarde, em ações da sua vida prática, as ordenações então recebidas, as quais poderão levá-lo até mesmo ao crime e ao suicídio. Será prudente que a oração e a vigilância sejam observadas com assiduidade, particularmente antes do sono corpóreo, a fim de proteger o médium contra esse terrível perigo, pois que isso favorecerá uma como harmonização de sua mente com as forças do Bem, o que evitará o desastre. (10) Em outras ocasiões, os obsessores agem sobre os perseguidos […] empolgando-lhes a imaginação com formas mentais monstruosas, operando perturbações que podemos classificar como “infecções fluídicas” e que determinam o colapso cerebral com arrasadora loucura. E ainda muito outros, imobilizados nas paixões egoísticas desse ou daquele teor, descansam em pesado monodeísmo, ao pé dos encarnados, de cuja presença não se sentem capazes de afastar-se. Alguns, como os ectoparasitas temporários, procedem à semelhança dos mosquitos e dos ácaros, absorvendo as emanações vitais dos encarnados que com eles se harmonizam, aqui e ali; mas outros muitos, quais endoparasitas conscientes, após se inteirarem dos pontos vulneráveis de suas vítimas, segregam sobre elas determinados produtos, filiados ao quimismo do Espírito, e que podemos nomear como simpatinas, e aglutininas mentais, produtos esses que, sub-repticiamente, lhes modificam a essência dos próprios pensamentos. […] (16)

Nos processos obsessivos mais intensos, em que o obsidiado já não se governa, tornando-se evidentes os distúrbios psíquicos e físicos, os obsessores mais distanciados do bem utilizam-se dos chamados ovóides para tornar ferrenha a perseguição. Esses Espíritos endurecidos implantam os ovóides na estrutura perispiritual do encarnado, em pontos estratégicos (medula nervosa, centros de força etc.) para estabelecerem maior controle. Os ovóides são entidades humanas desencarnadas que perderam a forma anatômica do perispírito, característica da espécie humana. O perispírito de tais criaturas sofreu uma espécie de transubstanciação, tendo adquirido uma morfologia anômala, de esferas escuras, pouco maiores que um crânio humano. Algumas dessas entidades apresentam movimentos próprios, agindo como se fossem grandes amebas. Outras, no entanto, mantêm-se em repouso, aparentemente inertes ligadas ao halo vital das personalidades em movimento. (19)

Algumas condições espirituais favorecem a ovoidização — transformação do perispírito do desencarnado em ovóide — , por exemplo, sentimentos de vingança, de ódio ou perversão moral.

 


 

GLOSSÁRIO

Aberrações sexuais — Desvios, desarranjos ou anomalias que uma pessoa apresenta no campo sexual. Tara. Perversão sexual.

Antros — Cavernas, grutas, covas profundas e escuras. Abismos. Recintos escuros e profundos.

Aglutininas — Que juntam, que agregam. No corpo físico, representam um tipo de anticorpo que produz aglomerados na substância estranha que invadiu o organismo, facilitando, assim, as defesas orgânicas. W

Blandícias — Afagos, carinhos, carícias.

Delírios psíquicos — Transtornos graves do estado mental, geralmente de instalação brusca, caracterizados por desorientação, confusão, distorção de sensações, temores etc. W

Eito — Seguimento ou série de coisas que estão na mesma carreira, direção ou linha. A fio, sem interrupção.

Epilepsia — Transtorno cerebral, caracterizado por uma descarga neurônica (do neurônio, isto é, da célula nervosa), exagerada, manifestada por episódios de disfunção motora, sensorial ou psíquica, acompanhada ou não por inconsciência ou movimentos convulsivos. W

Esquizofrenia — Grupo de transtornos psicológicos, que começam, amiúde, após a adolescência, caracterizados por alterações mentais na formação de conceitos, com má interpretação da realidade, associados a perturbações afetivas, de conduta e intelectuais. A pessoa tende a fugir da realidade. W

Fanático — Pessoa que apresenta perversão e excesso de sentimento religioso. Zelo absurdamente excessivo a respeito de qualquer assunto. Algumas vezes pode caracterizar início de doença mental.

Hipertímicos — Pessoas que revelam uma sensibilidade excessiva, com humor patologicamente lábil ou com instabilidade emocional acentuada. Emotividade excessiva.

Neurose — (Psiquiatria) uma das principais categorias de desajustes emocionais, classificados de acordo com o sintoma predominante. A angústia é o principal sintoma, embora não haja desorganização evidente da personalidade em relação à realidade exterior, mas pode haver certo comprometimento da ideação e do raciocínio. W

Oligofrenia — Deficiência mental. W

Parafrenia — Paranóia. Esquizofrenia.

Paranoia — Forma rara de psicose paranoide, caracterizada pela instalação lenta de um sistema complexo, internamente lógico, de alucinações persecutórias (isto é, perseguições) ou de grandeza, baseado, amiúde, na falsa interpretação de um fenômeno real. O doente geralmente considera-se superior e dotado de dons incomparáveis mesmo divinos. W

Pélagos — Mar alto. Abismo.

Psicopata — O indivíduo que entra continuamente em conflito com a conduta aceita, com a lei e com os costumes. W

Psicopata abúlico — O indivíduo moralmente irresponsável, que perdeu a capacidade de tomar decisões.

Psicopata amoral — O indivíduo moralmente irresponsável, que age assim por desconhecer os princípios da moral.

Psicopata astênico — O indivíduo moralmente irresponsável e fraco (astenia = fraqueza, perda ou ausência de força).

Psicopatologia — Ramo da ciência que estuda os processos mentais, especialmente quando manifestados por alterações cognitivas perceptuais e intelectuais, durante a evolução de desordens mentais. W

Psicose — Transtorno mental caracterizado por desintegração da personalidade, no conflito com a realidade. Personalidade: a totalidade dos traços e dos tipos habituais de conduta do indivíduo, conforme impressionam os demais. Qualidades físicas e mentais (psicológicas) peculiares ao indivíduo e com conotações sociais. W

Revel — Parte citada e que não comparece em juízo. Que não faz caso de ordem, citação ou mandato legítimo. Rebelde, insurgente. Esquivo.

Simpatina — Diz relação à simpatia, ou seja, relação mútua entre seres mais ou menos distantes, por meio da qual a alteração em um exerce um efeito sobre o outro. A palavra simpatina parece ser um neologismo, criado por André Luiz, para evidenciar ação mental de um Espírito sobre o outro, quando em sintonia espiritual.

 


Referências Bibliográficas:

1. KARDEC, Allan. A Gênese. Tradução de Guillon Ribeiro. 46. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Cap. XIV, item 47, p. 306.

2. Idem - O Livro dos Médiuns. Tradução de Guillon Ribeiro. 73. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Segunda parte. Cap. XXIII, Item 237, p. 306-307.

3. FRANCO, Divaldo Pereira. Estudos Espíritas. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. 6. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1995, p. 143.

4. Idem - Grilhões Partidos. Pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda. 10. ed. Salvador [BA]: Livraria Espírita Alvorada, 1985, p. 17 (O Obsessor).

5. Idem, ibidem - p. 19.

6. Idem - Lampadário Espírita. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. 6. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1996, p. 124 (As Obsessões).

7. FRANCO, Divaldo Pereira & TEIXEIRA, J. Raul. Diretrizes de Segurança. 3. ed. Rio de Janeiro: FRÁTER, 1990. Pergunta 96, p. 86 (Escolhos da Mediunidade).

8. PEREIRA, Yvonne A. Devassando o Invisível. 13. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2003, Cap. V (Mistificadores — Obsessores) p. 104.

9. Idem, ibidem - p. 106.

10. Idem, ibidem - p. 179.

11. SHUBERT, Suely Caldas. Obsessão/Desobsessão. 17. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004, Cap. 13 (O Processo Obsessivo), p. 50.

12. Idem, ibidem - p. 51.

13. Idem - Cap. 11 (O Obsidiado), p. 61.

14. Idem - Cap. 13 (Quem é o Obsessor?), p. 67.

15. Idem, ibidem - p. 70.

16. XAVIER, Francisco Cândido e VIEIRA, Waldo. Evolução em Dois Mundos. Pelo Espírito André Luiz. 22. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Primeira parte. Cap. XV (Vampirismo Espiritual), item: Infecções Fluídicas, p. 145-146.

17. Idem - Mecanismos da Mediunidade. Pelo Espírito André Luiz. 24. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Cap. 24 (Obsessão), item: Perturbações Morais, p. 186.

18. Idem, ibidem - Item: Reencarnação de enfermos, p. 188-189.

19. XAVIER, Francisco Cândido. Libertação. Pelo Espírito André Luiz. 27. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. Cap. VI (Observações e novidades), p. 104.

20. Idem - Obreiros da Vida Eterna. Pelo Espírito André Luiz. 29. ed. Rio de Janeiro: 208 FEB, 2004. Cap. VIII (Treva e Sofrimento), p. 147.

 

Citação parcial para estudo, de acordo com o artigo 46, item III, da Lei de Direitos Autorais.

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