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EADE — Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita — Religião à luz do Espiritismo

TOMO III — ESPIRITISMO, O CONSOLADOR PROMETIDO POR JESUS
Módulo IV — A Humanidade Regenerada

 

Roteiro 9

 

A humanidade regenerada

 

Objetivos: Assinalar as principais mudanças previstas para o período de Regeneração da Terra, anunciadas por Jesus. Analisar as principais características dos Espíritos que constituirão a geração nova que surgirá no Planeta.


 

IDEIAS PRINCIPAIS

  • A Humanidade, tornada adulta, tem novas necessidades, aspirações mais vastas e mais elevadas; compreende o vazio com que foi embalada, a insuficiência de suas instituições para lhe dar felicidade; já não encontra, no estado das coisas, as satisfações legítimas a que se sente com direito. É por isso que se despoja das fraldas da infância e se lança, impelida por uma força irresistível, para margens desconhecidas, em busca de novos horizontes menos limitados. É a um desses períodos de transformação, ou, se o preferirem, de crescimento moral, que ora chega a Humanidade. Da adolescência ela passa à idade viril. […]. E é no momento em que ela se encontra muito apertada na esfera material, em que transborda a vida em que o sentimento da espiritualidade lhe desabrocha no seio […]. Allan Kardec: A gênese. Cap. 18, item 14.

  • Naqueles dias, porém, depois daquela tribulação, o sol escurecerá, a lua não dará a sua claridade. As estrelas estarão caindo do céu, e os poderes que estão nos céus serão abalados. E verão o Filho do Homem vindo entre nuvens com grande poder e glória. Então ele enviará os anjos e reunirá seus eleitos, dos quatro ventos, da extremidade da terra à extremidade do céu. Jesus (Marcos, 13:24-27. Sermão Profético. Bíblia de Jerusalém)

 


 

SUBSÍDIOS

 

Vimos no Roteiro 5 (A transição evolutiva da humanidade terrestre) que Jesus anuncia, no seu Sermão Profético ou Discurso Escatológico (Mateus 24:6-31; Marcos, 13:1-37; Lucas, 21:5-44), previsões que caracterizam os períodos de transição e de regeneração da vida planetária, assim sintetizados por Allan Kardec:

 

[…] Há, primeiramente a predição das calamidades de todo gênero que assolarão e dizimarão a Humanidade, decorrentes da luta suprema entre o bem e o mal, a fé e a incredulidade, as idéias progressistas e as idéias retrógradas. Em segundo lugar, a da difusão, por toda a Terra, do Evangelho restaurado na sua pureza primitiva; depois, a do reinado do bem, que será o da paz e da fraternidade universais, que resultará do código de moral evangélica, posto em prática por todos os povos. Será verdadeiramente o reino de Jesus, pois que Ele presidirá à sua implantação, passando os homens a viver sob a égide da sua lei. Será o reinado da felicidade, visto dizer Ele que “depois dos dias de aflição, virão os de alegria”. (1)

 

Kardec informa também, em A Gênese, que não se sabe exatamente a data de ocorrência de todos esses acontecimentos. Informa, igualmente, lembrando as previsões de Jesus, que eles serão conhecidos por sinais precursores (“sinais dos tempos”), vinculados à situação de convulsão moral e social do que aos fenômenos materiais: “[…] Esses indícios, porém, não estarão nem no Sol, nem nas estrelas, mas no estado social e nos fenômenos mais de ordem moral do que físicos e que, em parte, se podem deduzir das suas alusões.” (2)

Em razão das palavras finais do Sermão Profético, em seguida expressas, muitos religiosos acreditam que Jesus retornará ao mundo, pela segunda vez, durante o período da regeneração:

 

Logo após a tribulação daqueles dias, o sol escurecerá, a lua não dará claridade, as estrelas cairão do céu e os poderes do céu serão abalados. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem, e todas as tribos da Terra baterão no peito e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu com poder e grande glória. Ele enviará os seus anjos que, ao som da grande trombeta, reunirão os seus eleitos dos quatros ventos, de uma extremidade até a outra extremidade do céu. (Mateus, 24:29-31. Bíblia de Jerusalém)

 

Vemos, assim, que este texto evangélico não oferece a certeza de que o Cristo retornará ao Planeta por meio de um novo nascimento, tal como aconteceu há mais de mil anos, ou se ele surgirá materializado na atmosfera do globo terráqueo. As palavras finais do Sermão Profético podem ser também simbólicas. Isto é, “o aparecimento” de Jesus no céu pode ser uma referência à época em que a Humanidade esteja vivenciando o Evangelho. Algo, porém, temos condições de afirmar, ante as previsões anunciadas: para merecermos a oportunidade de continuar nossa evolução na Terra é preciso fortificar o Espírito durante os desafios da Transição, não adiando o aprendizado nem fugindo dos testemunhos edificadores, característicos do período.

Na regeneração, não será suficiente ser servidor da seara do Cristo, mas bom servidor.

 

O bom trabalhador, no entanto, compreende, antes de tudo, o sentido profundo da oportunidade que recebeu. Valoriza todos os elementos colocados em seus caminhos, como respeita as possibilidades alheias. Não depende das estações. Planta com o mesmo entusiasmo as frutas do frio e do calor. É amigo da Natureza, aproveita-lhe as lições, tem bom ânimo, encontra na aspereza da semeadura e no júbilo da colheita igual contentamento. Neste sentido, a lição do Mestre reveste-se de maravilhosa significação. No torvelinho das incompreensões do mundo, não devemos aguardar o reino do Cristo como realização imediata, mas a oportunidade dos homens é permanentemente para a colaboração perfeita no Evangelho, a fim de edificá-lo. […] Os cegos de espírito continuarão queixosos; no entanto, os que acordaram para Jesus sabem que sua época de trabalho redentor está pronta, não passou, nem está por vir. É o dia de hoje, é o ensejo bendito de servir, em nome do Senhor, aqui e agora… (3)

 

O início do Período de Regeneração da Humanidade terrestre estará assinalada por importante transformação no seio da sociedade planetária.

 

Nestes tempos, porém, não se trata de uma mudança parcial, de uma renovação limitada a certa região, ou a um povo, a uma raça. Trata-se de um movimento universal, que se opera no sentido do progresso moral. Uma nova ordem de coisas tende a estabelecer-se, e os homens, que lhe são mais opostos, para ela trabalham, mesmo sem o saberem. A geração futura, desembaraçada das escórias do velho mundo e formada de elementos mais depurados, se achará possuída de idéias e de sentimentos muito diversos dos da geração presente, que se vai a passo de gigante. O velho mundo estará morto e apenas viverá na História, como o estão hoje os tempos da Idade Média, com seus costumes bárbaros e suas crenças supersticiosas. Aliás, todos sabem quanto ainda deixa a desejar a atual ordem de coisas. Depois de se haver, de certo modo, esgotado todo o bem-estar material que a inteligência é capaz de produzir, chega-se a compreender que o complemento desse bem-estar somente pode achar-se no desenvolvimento moral. (4)

 

1. Principais características do período de regeneração

 

A Era da Regeneração corresponde à fase adulta da Humanidade, assim como a Transição assemelha-se à adolescência. As principais características que assinalam o período são as que se seguem.

 

Crescimento moral

  • A Humanidade, tornada adulta, tem novas necessidades, aspirações mais vastas e mais elevadas; compreende o vazio com que foi embalada, a insuficiência de suas instituições para lhe dar felicidade; já não encontra, no estado das coisas, as satisfações legítimas a que se sente com direito. É por isso que se despoja das fraldas da infância e se lança, impelida por uma força irresistível, para margens desconhecidas, em busca de novos horizontes menos limitados. É a um desses períodos de transformação, ou, se o preferirem, de crescimento moral, que ora chega a Humanidade. Da adolescência ela passa à idade viril. […]. E é no momento em que ela se encontra muito apertada na esfera material, em que transborda a vida intelectual, em que o sentimento de espiritualidade lhe desabrocha. […]. (5)

  • Somente o progresso moral pode assegurar aos homens a felicidade na Terra, refreando as paixões más; somente esse progresso poderá fazer que reinem entre as criaturas . a concórdia, a paz e a fraternidade. Será ele que derrubará as barreiras que separam os povos, que fará que caiam os preconceitos de casta e se calem os antagonismos de seitas, ensinando os homens a se considerarem irmãos e a se auxiliarem mutuamente e não destinados a viver uns à custa dos outros. Será ainda o progresso moral, secundado então pelo progresso da inteligência, que confundirá os homens numa mesma crença fundada nas verdades eternas, não sujeitas a controvérsias e, por isso mesmo, aceitas por todos. (6)

Compreensão geral sobre sobrevivência do Espírito

 

[…] O homem já não caminha às cegas: sabe de onde vem, para onde vai e por que está na Terra. O futuro se lhe revela em sua realidade, isento dos prejuízos da ignorância e da superstição. Já não se trata de uma vaga esperança, mas de uma verdade palpável, tão certa como a sucessão do dia e da noite. Ele sabe que o seu ser não se acha limitado a alguns instantes de uma existência efêmera; que a vida espiritual não se interrompe com a morte; que já viveu e tornará a viver e que nada se perde do que já ganhou em perfeição; encontra nas existências anteriores a razão do que é hoje e reconhece que, pelo que é hoje, poderá deduzir o que virá a ser um dia. (7)

 

O amor ao próximo é a base das relações sociais

  • A fraternidade deve ser a pedra angular da nova ordem social; mas não há fraternidade real, sólida e efetiva se não se apoiar sobre base inabalável. Essa base é a fé, não a fé em tais ou quais dogmas particulares, que mudam com os tempos e os povos e que mutuamente se apedrejam, visto que, anatematizando-se uns aos outros, alimentam o antagonismo, mas a fé nos princípios fundamentais que todos podem aceitar: Deus, a alma, o futuro, o progresso individual indefinido, a perpetuidade das relações entre os seres. Quando todos os homens estiverem convencidos de que Deus é o mesmo para todos; de que esse Deus, soberanamente justo e bom, nada pode querer de injusto; que o mal vem dos homens e não dele, todos se considerarão filhos do mesmo Pai e se estenderão as mãos uns aos outros. […]. (8)

  • Se supusermos a maioria dos homens imbuída desses sentimentos, poderemos fácil mente imaginar as modificações que daí resultarão para as relações sociais; todos terão por divisa: caridade, fraternidade, benevolência para com todos, tolerância para todas as crenças. […]. (9)

Rejeição ao materialismo

 

Um sinal não menos característico do período em que entramos é a reação evidente que se opera no sentido das idéias espiritualistas; na repulsão instintiva que se manifesta contra as idéias materialistas. O Espírito de incredulidade que se apoderara das massas, ignorantes ou esclarecidas, e as levava a rejeitar com a forma a própria substância de toda crença, parece ter sido um sono, a cujo despertar se sente a necessidade de respirar um ar mais vivificante. Involuntariamente, lá onde o vácuo se fizera, procura-se alguma coisa, um ponto de apoio, uma esperança. (10)

 

Unidade de crença religiosa

 

A unidade de crença será o laço mais forte, o fundamento mais sólido da fraternidade universal, impedida de efetivar-se, desde todos os tempos, pelos antagonismos religiosos que dividem os povos e as famílias, que fazem que os dissidentes sejam vistos pelos outros como se fossem inimigos a serem evitados, combatidos, exterminados, em vez de irmãos a serem amados. (11)

 

As mudanças atingirão todas as áreas do saber humano

 

Essa fase já se revela por sinais inequívocos, por tentativas de reformas úteis, por idéias grandes e generosas - que começam a encontrar eco. É assim que vemos fundar-se uma imensidade de instituições protetoras, civilizadoras e emancipadoras, sob o influxo e por iniciativa de homens evidentemente predestinados à obra da regeneração; que as leis penais se impregnam dia a dia de sentimentos mais humanos. Os preconceitos de raça se enfraquecem, os povos começam a considerar-se membros de uma grande família; pela uniformidade e facilidade dos meios de realizarem suas transações, eles suprimem as barreiras que os separavam, e de todos os pontos do mundo reúnem-se em comícios universais, para os torneios pacíficos da inteligência. […]. (12)

 

As idéias espíritas servirão de apoio à melhoria espiritual

  • A nova geração marchará, pois, para a realização de todas as idéias humanitárias compatíveis com o grau de adiantamento a que houver chegado. Avançando para o mesmo alvo e realizando seus objetivos, o Espiritismo se encontrará com ela no mesmo terreno. Os homens progressistas descobrirão, nas idéias espíritas, uma poderosa alavanca e o Espiritismo achará, nos novos homens, espíritos inteiramente dispostos a acolhê-lo. […]. (13)

  • O Espiritismo não cria a renovação social; a madureza da Humanidade é que fará dessa renovação uma necessidade. Pelo seu poder moralizador, por suas tendências progressistas, pela amplitude de suas vistas, pela generalidade das questões que abrange, o Espiritismo, mais do que qualquer outra doutrina, está apto a secundar o movimento regenerador; por isso, ele é contemporâneo desse movimento. Surgiu no momento em que podia ser útil, visto que também para ele os tempos são chegados. […] Os espíritos cansados da dúvida e da incerteza, horrorizados com o abismo que se lhes abre à frente, o acolhem como âncora de salvação e suprema consolação. (14)

2. A geração nova

 

Raramente ocorre transformação abrupta na vida e no comportamento do ser humano. Assim as primeiras mudanças que transcorrerão no período de transição têm como base as provações, individuais e coletivas, e os flagelos naturais. Nesta fase, a misericórdia divina permitirá a reencarnação de Espíritos mais esclarecidos, intelectual e moralmente, em todas as regiões da Terra, que renascerão com a finalidade de amparar a Humanidade em suas provações, e de orientá-la na construção do bem, preparando-a para participar da regeneração.

Neste sentido, aconselha o Espírito Doutor Barry em mensagem que faz parte de A Gênese: “É, pois, para o futuro, mais que para o presente, que trabalhais; mas era necessário que esses trabalhos fossem elaborados previamente, porque preparam as vias da regeneração pela unificação e pela racionalidade das crenças. Felizes os que os aproveitam desde hoje; será para eles tanto de ganho e de penas poupadas”. (15)

A Humanidade da Regeneração apresentará características próprias, biológicas e espirituais, com desenvolvimento da inteligência e da moral. Entretanto, no início do período nem todos os habitantes da Terra demonstrarão sinais de efetiva transformação: “Certamente o número de retardatários ainda é grande; mas, que podem eles contra a onda que se levanta, senão atirar-lhe algumas pedras? Essa onda é a geração que surge, ao passo que eles somem com a geração que vai desaparecendo todos os dias a passos largos. […].” (16)

No final da Transição, e nos primeiros tempos da Regeneração, acontecerá grande migração de Espíritos, os que chegam mais aperfeiçoados, e os que partem da Terra “[…] ainda não tocados pelo sentimento do bem, os quais, já não sendo dignos do planeta transformado, serão excluídos, visto que, se assim não fosse, lhe ocasionariam de novo perturbação e confusão e constituiriam obstáculo ao progresso. […].” (17)

 

Irão expiar o endurecimento de seus corações, uns em mundos inferiores, outros em raças terrestres ainda atrasadas, equivalentes a mundos inferiores, aos quais levarão os conhecimentos que hajam adquirido, tendo por missão fazê-las avançar. Serão substituídos por Espíritos melhores, que farão reinarem em seu seio a justiça, a paz e a fraternidade. No dizer dos Espíritos, a Terra não deverá transformar-se por meio de um cataclismo que aniquile de súbito uma geração. A atual desaparecerá gradualmente e a nova lhe sucederá do mesmo modo, sem que haja mudança alguma na ordem natural das coisas. Tudo, pois, se processará exteriormente, como de costume, mas com uma única e capital diferença: uma parte dos Espíritos que encarnavam na Terra, aí não mais tornarão a encarnar. Em cada criança que nascer, em vez de um Espírito atrasado e inclinado ao mal, que antes nela encarnaria, virá um Espírito mais adiantado e propenso ao bem. (17)

 

Características dos Espíritos que constituirão a geração nova

  • As duas gerações que se sucedem têm idéias e pontos de vista opostos. Pela natureza das disposições morais e, sobretudo, das disposições intuitivas e inatas, torna-se fácil distinguir a qual das duas pertence cada indivíduo. (18)

  • Cabendo-lhe fundar a era do progresso moral, a nova geração se distingue por inteligência e razão geralmente precoces, aliadas ao sentimento inato do bem e a crenças espiritualistas, o que constitui sinal indubitável de certo grau de adiantamento anterior. (18)

  • Não se comporá de Espíritos eminentemente superiores, mas dos que, já tendo progredido, se acham predispostos a assimilar todas as idéias progressistas e estejam aptos a secundar o movimento de regeneração. (18)

  • Não se deve entender que por meio dessa emigração de Espíritos [todos] sejam expulsos da Terra e relegados para mundos inferiores todos os Espíritos retardatários. Muitos, ao contrário, a ela voltarão, pois se atrasaram porque cederam ao arrastamento das circunstâncias e do exemplo. Nesses, a casca é pior do que o miolo. Uma vez subtraí- dos à influência da matéria e dos prejuízos do mundo corpóreo, a maioria deles verá as coisas de maneira inteiramente diversa da que viam quando em vida, conforme os numerosos exemplos que conhecemos. Para isso, são auxiliados por Espíritos benévolos que por eles se interessam e se dão pressa em esclarecê-los e em lhes mostrar o falso caminho em que seguiam. (19)

ORIENTAÇÕES AO MONITOR:

  • Conforme foi anunciado na reunião anterior, apresentar o convidado aos participantes, esclarecendo-lhes que o seminário será desenvolvido em três etapas assim especificadas:

    a) Exposição do tema, pelo convidado, por 45 minutos.

    b) Perguntas que serão dirigidas ao expositor pela turma.

    c) Debate a respeito de idéias suscitadas a partir das respostas dadas pelo expositor, se for o caso.

  • O monitor encerra o estudo por meio de breve síntese dos temas estudados.

 

 


Referências:

1. KARDEC, Allan. A gênese. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 1ª ed. Rio de Janeiro: FEB, 2009. Cap. 17, item 56, p. 504.

2. Idem - Item 57, p. 505.

3. XAVIER, Francisco Cândido. Caminho, verdade e vida. Pelo Espírito Emmanuel. 28. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2009. Cap. 73, p. 161-162.

4. KARDEC, Allan. A gênese. Op. Cit. Cap. 18, item 6, p. 517.

5. Idem - It em 14, p. 525-526.

6. Idem - It em 19, p. 529.

7. Idem - It em 15, p. 526-527.

8. Idem - It em 17, p. 528-529.

9. Idem - It em 23, p. 532.

10. Idem - It em 22, p. 531.

11. Idem - It em 19, p. 530.

12. Idem - It em 21, p. 530-531.

13. Idem - It em 24, p. 532.

14. Idem - It em 25, p. 532-533.

15. Idem - It em 9, p. 522.

16. Idem - It em 26, p. 533.

17. Idem - It em 27, p. 534.

18.  Idem - It em 28, p. 535.

19. Idem - It em 29, p. 536.

 

Citação parcial para estudo, de acordo com o artigo 46, item III, da Lei de Direitos Autorais.

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