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EADE — Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita — Religião à luz do Espiritismo

TOMO III — ESPIRITISMO, O CONSOLADOR PROMETIDO POR JESUS
Módulo III — Os vícios e as Virtudes

 

Roteiro 4

 

Necessidade de transformação moral

 

Objetivos: Destacar a importância da transformação moral.Identificar atitudes que concorrem para a melhoria evolutiva do ser humano.


 

IDEIAS PRINCIPAIS

  • […] O trabalho de purificar não é tão simples quanto parece. Será muito fácil ao homem confessar a aceitação de verdades religiosas, operar a adesão verbal a ideologias edificantes… Outra coisa, porém, é realizar a obra da elevação de si mesmo, valendo-se da autodisciplina, da compreensão fraternal e do espírito de sacrifício […]. Emmanuel: Caminho, verdade e vida. Cap. 18.

  • Um meio prático que o homem pode adotar para se transformar moralmente é seguir a recomendação de santo Agostinho: “Fazei o que eu fazia quando vivi na Terra: ao fim do dia, interrogava a minha consciência, passava em revista o que havia feito e perguntava a mim mesmo se não faltara a algum dever, se ninguém tivera motivo para se queixar de mim. Foi assim que cheguei a me conhecer e á ver o que em mim precisava de reforma. […]”. Allan Kardec: O Livr o dos Espíritos. Questão 919-a.

 


 

SUBSÍDIOS

 

As imperfeições morais conduzem o homem ao cometimento de faltas contra a Lei de Deus, que podem resultar desequilíbrios, alguns graves, causadores de grandes perturbações espirituais. Nas condições em que se encontram, essas almas acumulam inimizades e antipatias e, por isso, muitas vezes, vivem isoladas, sem desfrutar das singelas manifestações das verdadeiras amizades.

Em situação oposta, o homem que tudo faz para vivenciar a Lei de Amor, trabalhando diuturnamente pela sua melhoria espiritual, encontra-se envolvido em saudável atmosfera psíquica mantenedora da harmonia espiritual.

 

A calma e a resignação adquiridas na maneira de considerar a vida terrestre e a confiança no futuro dão ao Espírito uma serenidade que é o melhor preservativo contra a loucura e o suicídio. Com efeito, é certo que a maioria desses casos de loucura se deve à comoção produzida pelas vicissitudes que o homem não tem coragem de suportar. Se, portanto, pela maneira com que o Espiritismo o faz encarar as coisas deste mundo, o homem recebe com indiferença, mesmo com alegria, os reveses e as decepções que o teriam desesperado em outras circunstâncias, é evidente que essa força, que o coloca acima dos acontecimentos, preserva-lhe a razão dos abalos, que, se não fora isso, a teriam perturbado. (1)

 

Em geral, o homem se mantém desatento quanto aos imperativos da sua melhoria espiritual: ignora os chamamentos que as provações proporcionam; valoriza excessivamente a si próprio; impõe vontades, ações, opiniões e caprichos às pessoas mais próximas. Age como se fosse um ente superior aos demais — alheio à pequenez espiritual em que vive e se compraz — , porque possui mais bens materiais, mais cultura ou mais poder. O seu roteiro de vida está centrado no “eu quero”, “eu preciso”.

 

[…] entre os povos mais adiantados do Planeta avançam duas calamidades morais do materialismo corrompendo-lhe as forças: o suicídio e a loucura, ou, mais propriamente, a angústia e a obsessão. […]. Para suportar os atritos necessários à evolução e aos conflitos resultantes da luta regenerativa, precisa alimentar-se com recursos da alma e apoiar-se neles. […]. (2)

 

1. Importância da melhoria moral

 

Raras são as pessoas que não admitem o valor da melhoria espiritual pelo desenvolvimento moral. Entre o desejo e a ação, porém, há grande distância, pois o “querer” nem sempre se traduz como o “fazer”. Mas como bem assinala Emmanuel, “[…] o trabalho de purificar não é tão simples quanto parece. Será muito fácil ao homem confessar a aceitação de verdades religiosas, operar a adesão verbal a ideologias edificantes… Outra coisa, porém, é realizar a obra da elevação de si mesmo, valendo-se da autodisciplina, da compreensão fraternal e do espírito de sacrifício. […].” (3)

Neste aspecto, lembra o apóstolo Tiago aos discípulos ainda presos às imperfeições: Purificai vossas mãos, pecadores, e santificai vossos corações dúbios. (Tiago, 4:8. Bíblia de Jerusalém)

 

[…] O apóstolo Tiago entendia perfeitamente a gravidade do assunto e aconselhava aos discípulos que limpassem as mãos, isto é, retificassem as atividades do plano exterior, renovassem suas ações ao olhar de todos, apelando para que se efetuasse, igualmente, a purificação do sentimento, no recinto sagrado da consciência, apenas conhecido pelo aprendiz, na soledade indevassável de seus pensamentos. O companheiro valoroso do Cristo, contudo, não se esqueceu de afirmar que isso é trabalho para os de duplo ânimo, porque semelhante renovação jamais se fará tão somente à custa de palavras brilhantes. (3)

 

A importância da transformação moral surge quando a criatura humana constata que os prazeres da vida material já não lhe satisfazem. Trata-se do primeiro estágio da evolução espiritual. Diz-se, então, que o Espírito inicia a sua jornada para cima, em direção ao Supremo Bem, afastando-se, aos poucos, da caminhada horizontal, nitidamente assinalada pelas ordenações da subsistência biológica: alimentação, reprodução, controle do outro, desenvolvimento exclusivo das faculdades intelectivas etc. Percebe-se, nessa fase da evolução, que a vontade é vacilante, marcada por conflitos: “querer e não querer”, “fazer e não fazer”. O indivíduo revela dificuldades em administrar as suas imperfeições, as suas más tendências, os seus condicionamentos comportamentais. Agrada e desagrada, pois se há os que aplaudem as suas atitudes de mudança, outros fazem críticas graves, desaprovando ou duvidando.

 

[…] Como vencer os nossos conflitos interiores? De que modo eliminar as tendências menos construtivas que ainda nos caracterizam a individualidade? — indagamo-nos. De que modo esparzir a luz se muitas vezes ainda nos afinamos com a sombra? E per demos tempo longo na introspecção sem proveito, da qual nos afastamos insatisfeitos ou tristes. […] Felicitemo-nos pelo fato de já conhecer as nossas fraquezas e defini-las. Isso constitui um passo muito importante no Progresso Espiritual, porque, com isso, já não mais ignoramos onde e como atuar em auxílio da própria cura e burilamento. Que somos espíritos endividados perante as Leis Divinas, em nos reportando a nós outros, os companheiros em evolução na Terra, não padece dúvida. Urge, porém, saber como facear construtivamente as necessidades e problemas do mundo íntimo. Reconhecemo-nos falhos, em nos referindo aos valores da alma, ante a Vida Superior, mas abstenhamo-nos de chorar inutilmente no beco da autopiedade. Ao invés disso, trabalhemos na edificação do bem de todos. […]. (4)

 

É processo amargo, não resta dúvida, não receber apoio de quem gostaríamos, de pessoas que representam, para nós, modelo de conduta moral (familiares, amigos, líderes religiosos, terapeutas etc.). Natural que surjam, portanto, decepções e desconfianças no relacionamento com essas pessoas, principalmente quando, ao se lhes revelar fragilidades e imperfeições, não contamos com o devido auxílio.

Por outro lado, à medida que nos transformamos para melhor, identificamos não só as imperfeições próprias como as dos que nos compartilham a jornada evolutiva. Em algum momento, esta constatação pode nos causar desconfortos e decepção, as quais devem ser superadas. É provável, também, que reconheçamos, no processo, Espíritos mais adiantados caminhando junto conosco, sem que nunca lhes tenhamos dado o devido valor ou consideração. São almas bondosas que nos socorrem, despretensiosamente, nestes momentos.

 

Quando a espiritualidade sublime te clareou por dentro, passaste a mentalizar perfeição nas atitudes alheias. Entretanto, buscando, aqui e ali, padrões ideais de comportamento, nada mais recolheste que necessidades e negações. Irmãos que te pareciam sustentáculos da coragem tombaram no desânimo, em dificuldades nascentes; criaturas que supunhas destinadas à missão da bênção, pela música de carinho que lhes vibrava na boca, amaldiçoaram leves espinhos que lhes roçaram a vestimenta; se afiguravam troncos na fé resvalaram facilmente nos atoleiros da dúvida, e almas que julgavas modelos de fidelidade e ternura abandonaram-te o clima de esperança, nas primeiras horas da luta incerta. Sofres, exiges, indagas, desarvoras-te… Trilhando o caminho da renovação que te eleva, solicitas circunstâncias e companhias em que te escores para seguir adiante; contudo, se estivesses no plano dos amigos perfeitos, não respirarias na escola do burilamento moral. […]. (5)

 

No estágio seguinte, depois de superadas as vacilações iniciais, a pessoa desenvolve a conscientização de que é preciso permanecer firme no programa de melhoria espiritual, em atendimento a uma necessidade íntima, esforçando se para combater as imperfeições e em desenvolver virtudes. Nestas condições, o Espírito compreende que é preciso abrir mão de certos comportamentos e atitudes, sacrificando-se, ainda que sob o peso de provações ou de graves desafios. A vontade funciona, então, como “[…] a gerência esclarecida e vigilante governando todos os setores da ação mental. […].” (6)

Quando atinge esse estágio de compreensão, o indivíduo torna-se mais tolerante em relação às falhas dos outros; aprende perdoar ofensas; revela-se mais solidário e fraterno; vigia mais a si mesmo que o outro, atento ao preceito evangélico: Por que olhas o cisco no olho de teu irmão, e não percebes a trave que há no teu? (Lucas, 6:41. Bíblia de Jerusalém)

Sofre pelas lutas que têm de enfrentar, mas, sem alarde, empenha-se em libertar do mal, mesmo que intimamente esteja aflito, como aconselha o apóstolo Tiago: Entristecei-vos, cobri-vos de luto e chorai. Transforme-se vosso riso em luto e vossa alegria em desalento. Humilhai-vos diante do Senhor e ele vos exaltará. (Tiago, 4:9,10 Bíblia de Jerusalém)

 

2. O empenho da transformação moral

 

A ação incessante de transformação moral é trabalho de todo dia, de toda hora. Não dá tréguas. A vigilância deve ser permanente, a fim de evitar tropeços e quedas. Mesmo não sendo possível fugir das recaídas, é essencial não se deixar levar por excessivos sentimentos de culpa. É importante, sim, conservar uma atitude positiva, de vigilância mental e emocional.

 

[…] Jesus, o Mestre dos mestres, apresenta uma chave simples para que se lhe identifiquem os legítimos seguidores: “conhecê-los-eis pelos frutos”. Observemos o que estamos realizando com o tesouro das horas e de que espécie são as nossas ações, a benefício dos semelhantes. E, procurando aceitar-nos como somos, sem subterfúgios ou escapatórias, evitemos estragar-nos com queixas e autocondenação, diligenciando buscar, isto sim, agir, servir e melhorar-nos sempre. Em tudo o que sentirmos, pensarmos, falarmos ou fizermos, doemos aos outros o melhor de nós, reconhecendo que, se as árvores são valorizadas pelos próprios frutos, cada árvore recebe e receberá invariavelmente atenção e auxílio do pomicultor, conforme os frutos que venha a produzir. (7)

 

É quase impossível melhorar-se moralmente sem sacrifícios ou renúncias. Estes são experiências educativas que favorecem o desenvolvimento da capacidade de discernir entre o bem e o mal. Dessa forma, o Espírito aprende fazer escolhas mais sensatas, conquistar amizades preciosas que lhe auxiliam no propósito da mudança. Entende, finalmente, que não é possível evoluir sem a sincera manifestação de amor ao semelhante, de acordo com esta conhecida instrução evangélica:

 

[…] Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu espírito. Esse é o maior e o primeiro mandamento. O segundo é semelhante a esse: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. (Mateus, 22:37-39. Bíblia de Jerusalém)

 

A transformação para melhor, segundo Emmanuel, está simbolicamente representada em duas asas que “[…] conduzirão o espírito humano à presença de Deus. Uma chama-se amor; a outra, sabedoria. […] (8) Vale à pena ampliar este conceito, anunciado por esse orientador espiritual:

 

[…] Pelo amor, que, acima de tudo, é serviço aos semelhantes, a criatura se ilumina e aformoseia por dentro, emitindo, em favor dos outros, o reflexo de suas próprias virtudes; e pela sabedoria, que começa na aquisição do conhecimento, recolhe a influência dos vanguardeiros do progresso, que lhe comunicam os reflexos da própria grandeza, impelindo-a para o Alto. Através do amor valorizamo-nos para a vida. Através da sabedoria somos pela vida valorizados. Daí o imperativo de marcharem juntas a inteligência e a bondade. Bondade que ignora é assim como o poço amigo em plena sombra, a dessedentar o viajor sem ensinar-lhe o caminho. Inteligência que não ama pode ser comparada a valioso poste de aviso, que traça ao peregrino informes de rumo certo, deixando-o sucumbir ao tormento da sede. Todos temos necessidade de instrução e de amor. Estudar e servir são rotas inevitáveis na obra de elevação. […]. (8)

 

A Doutrina Espírita representa, neste contexto, poderoso meio de auxílio pois orienta que, a despeito de termos sido criados “simples e ignorantes” estamos destinados à felicidade que, cedo ou tarde, alcançaremos por meio do esforço próprio. Eis algumas práticas que favorecem o esforço de melhoria espiritual:

 

2.1 O conhecimento de si mesmo

 

No diálogo que se segue, ocorrido entre Kardec e santo Agostinho, e que constitui as perguntas 919 e 919-a, de O Livro dos Espíritos, encontramos sábia orientação, relacionada ao auto conhecimento: (9)

 

919. Qual o meio prático mais eficaz que tem o homem de se melhorar nesta vida e de resistir ao arrastamento do mal?

Resposta: “Um sábio da Antiguidade vos disse: Conhece-te a ti mesmo.” (9)

 

919-a. Compreendemos toda a sabedoria desta máxima, mas a dificuldade está precisamente em cada um conhecer-se a si mesmo. Qual o meio de consegui-lo? (10)

Resposta: “Fazei o que eu fazia quando vivi na Terra: ao fim do dia, interrogava a minha consciência, passava em revista o que havia feito e perguntava a mim mesmo se não faltara a algum dever, se ninguém tivera motivo para se queixar de mim. Foi assim que cheguei a me conhecer e a ver o que em mim precisava de reforma. […]. (9)

 

2.2 O caminho reto

 

“O Espírito prova a sua elevação quando todos os atos de sua vida corporal representam a prática da lei de Deus e quando compreende antecipadamente a vida espiritual. (11)

 

O verdadeiro homem de bem é o que pratica a lei de justiça, amor e caridade, na sua maior pureza. Se interroga a própria consciência sobre os atos que praticou, perguntará se não violou essa lei, se não fez o mal, se fez todo o bem que podia, se ninguém tem motivos para se queixar dele, enfim, se fez aos outros tudo quanto queria que os outros lhe fizessem. Imbuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperar recompensa, e sacrifica seus interesses à justiça. É bondoso, humanitário e benevolente para com todos, porque vê irmãos em todos os homens, sem distinção de raças, nem de crenças. […]. (12)

 

2.3 Combate as más inclinações e maus hábitos

 

[…] Enquanto puderes escutar ou perceber a palavra Hoje, com a audição ou com a reflexão, no campo fisiológico, vale-te do tempo para registrar as sugestões divinas e concretizá-las em tua marcha. […] Todos os pequenos maus hábitos, aparentemente inexpressivos, devem ser muito bem extirpados pelos seus portadores que, desde a Terra, já disponham de algum conhecimento da vida espiritual […]. (13)

 

2.4 O cultivo de laços de amizade e de simpatia

 

Os laços de amizade extrapolam aos da família consangüínea, como ensina Jesus:

Quem é minha mãe e quem são meus irmãos? E apontando para os discípulos com a mão, disse: Aqui estão a minha mãe e meus irmãos, porque aquele que fizer a vontade de meu Pai que está nos Céus, esse é meu irmão, irmã e mãe. (Mateus, 12:48-50. Bíblia de Jerusalém)

 

[…] Há, pois, duas espécies de famílias: as famílias pelos laços espirituais e as famílias pelos laços corpóreos. As primeiras são duráveis e se fortalecem pela purificação, perpetuando se no mundo dos Espíritos, através das várias migrações da alma; […]. (14)

 

2.5 Fortalecimento espiritual por meio da oração

 

Pela prece o homem atrai o concurso dos Espíritos bons, que vêm sustentá-lo em suas boas resoluções e inspirar-lhe bons pensamentos. Ele adquire, desse modo, a força moral necessária para vencer as dificuldades e voltar ao caminho reto, se deste se afastou. […]. (15)

 

2.6 Trabalho incessante

 

É pela bênção do trabalho que podemos esquecer os pensamentos que nos perturbam, olvidar os assuntos amargos, servindo ao próximo, no enriquecimento de nós mesmos. Com o trabalho, melhoramos nossa casa e engrandecemos o trecho de terra onde a Providência Divina nos situou. Ocupando a mente, o coração e os braços nas tarefas do bem, exemplificamos a verdadeira fraternidade e adquirimos o tesouro da simpatia, com o qual angariaremos o respeito e a cooperação dos outros. Quem não sabe ser útil não corresponde à Bondade do Céu, não atende aos seus justos deveres para com a Humanidade e nem retribui a dignidade da pátria amorosa que lhe serve de Mãe. O trabalho é uma instituição de Deus. (16)

 

ORIENTAÇÕES AO MONITOR:

  • Dividir a turma em dois grupos: um estuda, troca idéias e faz resumo do item um do Roteiro (Importância da melhoria moral); o outro grupo faz a mesma coisa, mas em relação ao item dois (O empenho da transformação moral).

  • Pedir aos grupos que anotem em folha de cartolina as idéias-chave dos conteúdos estudados, cujas conclusões devem ser apresentadas, em plenário, por representantes de cada grupo.

  • Fazer o fechamento da reunião, destacando pontos principais necessários à melhoria moral do indivíduo, principalmente os que foram analisados pelo Espírito Emmanuel e que constam das referências bibliográficas deste Roteiro.

     

    Observação: Pedir a três participantes que anotem relatos de histórias que sugerem benefícios alcançados por meio da prece. Informar-lhes que tais relatos servirão de base para o desenvolvimento do estudo da próxima reunião, os quais serão analisados na forma de estudo de caso.

 

 


Referências:

1. KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 1.ª ed. Rio de Janeiro: FEB, 2008. Cap. 5, item 14, p. 122 123.

2. XAVIER, Francisco Cândido. Segue-me. Pelo Espírito Emmanuel. Matão: O Clarim, 1973. Cap. Esta noite!…, p. 29 [Obs. Essa mensagem foi psicografada originalmente em Paris, França, no dia 19 de agosto de 1965, e é a 12ª lição do livro Entre irmãos de outras terras].

3. XAVIER, Francisco Cândido. Caminho, verdade e vida. Pelo Espírito Emmanuel. 28 ed. Rio de Janeiro: FEB, 2009. Cap. 18, p. 52.

4. Idem - Rumo certo. Pelo Espírito Emmanuel. 11. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2008. Cap. 23, autoaprimoramento, p. 86-88.

5. Idem - Seara dos médiuns. Pelo Espírito Emmanuel. 18 ed. Rio de Janeiro: FEB, 2008. Item: Reforma íntima, p. 231-232.

6. Idem - Pensamento e vida. Pelo Espírito Emmanuel. 18. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2008. Cap. 2, Vontade, p. 13.

7. Idem - Rumo certo. Pelo Espírito Emmanuel. Op. Cit. Cap. 23, Auto aprimoramento, p. 89.

8. Idem - Pensamento e vida. Pelo Espírito Emmanuel. Op. Cit. Cap. 4, Instrução, p. 21-22.

9. KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 2 ed. Rio de Janeiro: FEB, 2008. Questões 919.

10. Idem, ibidem - Questão 919-a, p. 551.

11. Idem, ibidem - Questão 918, p. 550.

12. Idem, ibidem - Questão 918-comentário, p. 550.

13. XAVIER, Francisco Cândido. Vinha de luz. Pelo Espírito Emmanuel. 24 ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Cap. 169, p. 376.

14. KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo. Op. Cit. Cap. 14, item 8, p. 291.

15. Idem - Cap. 27, item 11, p. 461.

16. XAVIER, Francisco Cândido. Pai nosso. Pelo Espírito Meimei. 26. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004. p. 90.

 

Citação parcial para estudo, de acordo com o artigo 46, item III, da Lei de Direitos Autorais.

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