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EADE — Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita — Religião à luz do Espiritismo

TOMO I — CRISTIANISMO E ESPIRITISMO
Módulo I — Antecedentes do Cristianismo

 

Roteiro 5

 

Moisés — o mensageiro da primeira revelação monoteísta

 

Objetivos:  Esclarecer, em linhas gerais, a missão desempenhada por Moisés. — Justificar a importância do Decálogo para a humanidade.


 

IDEIAS PRINCIPAIS

  • Moisés foi um judeu criado na casa real do faraó egípcio. Estando Moisés com na idade de quarenta anos fugiu para o deserto, após ter agredido um egípcio que maltratou um judeu. (Êxodo, 2:11,12. Atos dos Apóstolos, 7:23,24)

  • Na lei moisaica, há duas partes distintas: a lei de Deus, promulgada no monte Sinai, e a lei civil ou disciplinar, decretada por Moisés. Uma é invariável; a outra, apropriada aos costumes e ao caráter do povo, se modifica com o tempo. A lei de Deus está formulada nos Dez Mandamentos. Allan Kardec: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. 1, item 2.

  • Moisés […] foi inspirado a reunir todos os elementos úteis à sua grandiosa missão, vulgarizando o monoteísmo e estabelecendo o Decálogo, sob a inspiração divina[…]. Emmanuel: Emmanuel, cap. 2.

 


 

SUBSÍDIOS

 

1. Informações históricas

 

A Bíblia nos relata que Abraão teve dois filhos: Isaac, nascido de sua esposa Sarah, e Ismael, de sua escrava egípcia, Hagar. (Gênesis, 21:1-21) Isaac, considerado o legítimo herdeiro, casou-se com Rebeca (Gênesis, 24) e teve dois filhos: Esaú e Jacob. Este, cuja progenitura ganhou do irmão em troca de um prato de lentilhas, casou-se com Raquel, com quem teve dois filhos: José e Benjamim. No entanto, Jacob teve mais dez filhos, cinco de Lia, irmã de Raquel, e cinco de escravas. (Gênesis, 35:23-26)

Os hebreus, descendentes de Jacob, chamavam a si próprios de filhos de Israel ou israelitas, e formaram as doze tribos de Israel. Os irmãos de José venderam-no como escravo ao faraó egípcio, mas, em razão de sua sabedoria e influência, tornou-se vice-rei do Egito. (Gênesis, 37:1-36)

Devido à fome reinante em Canaã, os judeus foram viver no Egito, inclusive os irmãos de José. (Gênesis, 42 a 50) Por influência deste, os judeus se tornaram numerosos no Egito. No entanto, ocorrendo substituição no trono egípcio, o novo faraó, temendo que os filhos de Israel se tornassem demasiadamente poderosos, como vinha acontecendo, tornou-os escravos. (Atos dos Apóstolos, 7:11-18)

O povo hebreu esteve cativo no Egito por cerca de quatrocentos anos, oprimido por penosos trabalhos de construção e de cultivo de cereais. Mais tarde, o faraó determinou que se lançassem ao Nilo todos os meninos hebreus, recém-nascidos para que não se mantivesse a progenitura racial judaica. (Êxodo, 1:15-22. Atos dos Apóstolos, 7)

Uma das mães israelitas, da casa de Levi (um dos filhos de Jacob), teve um filho, escondendo-o durante três meses. Porém, não podendo conservá-lo oculto por mais tempo, tomou um cesto de junco betumado com resina e pez, meteu dentro o menino e deixou o cesto boiar entre os canaviais, à margem do rio Nilo. A irmã do menino conservou-se escondida a alguma distância para ver o que aconteceria. Chegou a filha do faraó e, vendo o cesto no meio do canavial, mandou uma criada buscá-lo. Abriu-o e viu o menino chorando. Ficou cheia de pena e disse: “É um filho de hebreus”. A irmã da criança aproximou-se e perguntou: “Quereis que vá chamar uma mulher israelita para amamentar esse menino?” Ela respondeu: “Vai, sim”. A menina foi chamar a própria mãe, que, sob a proteção da filha do faraó, amamentou o menino e acompanhou de perto sua educação, sem revelar o parentesco que havia entre ambos. A mãe adotiva de Moisés deu-lhe este nome porque das águas o tinha tirado. (Êxodo, 2:1-10)

Moisés, judeu de nascimento, foi, portanto, educado por uma egípcia da casa real. (Atos dos Apóstolos, 7:20-22) Estando Moisés com aproximadamente quarenta anos de idade, não suportava mais ver a aflição dos israelitas, cativos do rei do Egito. Certa vez, ao ver um judeu sendo maltratado, Moisés, defendeu o irmão de raça, matando ou ferindo o egípcio. (Êxodo, 2:11,12. Atos dos Apóstolos, 7:23,24)

Sentenciado à morte pelo faraó, Moisés fugiu para a terra de Midian (ou Madian), vivendo com a família de Jertro, um sacerdote. Moisés casa-se, então com Zípora, uma das seis filha do sacerdote, com quem teve um filho chamado Gérson (Êxodo, 2:15-22) e, mais tarde, outro de nome Elieser.

Na solidão do deserto, cuidando de ovelhas, Moisés meditava a respeito de tudo o que lhe tinha ocorrido, desde o nascimento. Elaborou então um plano que serviria, no futuro, de base para a constituição da fé judaica. O sofrimento e a solidão do deserto fizeram Moisés entender que os deuses egípcios jamais ajudariam os hebreus, cujas práticas devocionais eram muito simples, se comparadas com os rituais egípcios. Percebeu, assim que todos os descendentes de Jacó adoravam ídolos caseiros, os therafins tribais, e os obscuros deuses da natureza, os elohins. Moisés concluiu, por inspiração, que, na verdade, existia apenas um único e poderoso Deus, capaz de agir sobre os demais e sobre todas as coisas, tal como um século antes afirmara o faraó Amenotep IV, que pregava a existência de um único Deus (a divindade solar Athen/Athon). (4) (Êxodo, capítulos 3 e 4)

 

2. Moisés: o mensageiro da primeira revelação divina

 

Certo dia, andando pelo deserto com suas ovelhas, perto do monte Sinai, pertencente à cadeia montanhosa do Horeb, Moisés viu um anjo, que surgiu numa chama de fogo, dentro de uma sarça. Reparou que o fogo ardia, mas a sarça não se consumia. Então, o anjo disse:

 

Moisés, Moisés! Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac, e o Deus de Jacob! Certamente vi a aflição do meu povo, que está no Egito, e ouvi o seu clamor. Conheço-lhe o sofrimento. […] Vem, agora, e eu te enviarei a Faraó, para que tires o meu povo, os filhos de Israel, do Egito. Então disse Moisés a Deus: Quem sou eu para ir a Faraó e tirar do Egito os filhos de Israel? Deus lhe respondeu: Eu serei contigo; e este será o sinal de que eu te enviei: depois de haver tirado o povo do Egito, servireis a Deus neste monte. (Êxodo, 3:1-22)

 

Conta a tradição judaica que, a partir daquele instante, Deus concedeu poderes a Moisés, permitindo, com o auxílio de seu irmão Aarão, o resgate dos judeus das terras egípcias. A retirada dos judeus ocorreu após árduas lutas, entremeadas com as manifestações da prodigiosa mediunidade de Moisés, que culminaram no surgimento das dez pragas, a saber: transformação das águas dos reservatórios naturais e dos utensílios em sangue; invasão de rãs; disseminação de piolhos; invasão de enxames de moscas; peste nos animais; úlceras e tumores nos homens e animais; chuva de pedras; invasão de gafanhotos; surgimento das trevas, transformando o dia em noite; condenação à morte de todos os filhos primogênitos dos egípcios, inclusive o filho de faraó (Êxodo, 4 — 14).

Ao sair do Egito, transportando uma multidão de judeus, os exércitos de faraó fazem a última tentativa de mantê-los prisioneiros, mas Moisés consegue, pela sua mediunidade, o prodígio de abrir caminho nas águas do Mar Vermelho (Êxodo, 14:1-31).

Contam, ainda, as tradições do Judaísmo que Moisés conduziu os israelitas pelo deserto, durante quarenta anos, antes de localizarem a Canaã, a terra prometida por Deus a Abraão. (Êxodo, capítulo 17 a 40) A vida dos judeus no deserto foi dura, repleta de grandes e pequenos obstáculos, antes de se organizarem como nação e de se unirem em torno de uma única religião, fundada com o recebimento do Decálogo ou Dez Mandamentos, no monte Sinai. (Êxodo, 20:1-26)

Consta que, para suprir a fome de milhares de judeus (cerca de 600 mil), Deus teria concedido o manah, alimento que caía do céu em forma de chuva.(Êxodo, 16:4,5) Estando Moisés com o povo num lugar sem água, viu-se em extrema dificuldade, já que as pessoas ameaçavam apedrejá-lo. Ele, então, recorre a Deus no sentido de solucionar o problema. O Senhor orienta Moisés a ir até a pedra de Horeb e feri-la com a mesma vara com a qual ele tocara o rio. Moisés segue as orientações dadas pelo Senhor, e a água surge para saciar a sede do povo. (Êxodo, 15:23-27. Capítulo 17)

No terceiro mês após a saída do Egito, diz a tradição, que os israelitas chegaram ao pé do Sinai, armaram suas tendas e Moisés subiu até o cimo, onde o Senhor lhe disse: “Manda que lavem as vestes e estejam prontos para o terceiro dia. Nesse dia, quando soar a trombeta, que todos se aproximem do monte”. Moisés obedeceu ao Senhor e, na madrugada do terceiro dia, houve trovões e relâmpagos, e uma espessa nuvem envolveu o Sinai. Ouviu-se o som estridente de trombetas.Todos se atemorizaram. (Êxodo, capítulo 19)

Moisés levou os israelitas para junto da montanha, e o Senhor promulgou, então, o Decálogo, pelas mãos de Moisés, em duas tábuas de pedra (Êxodo, 20:1-21; Deuteronômio,5:6-21).

 

Na Lei moisaica há duas partes distintas: a lei de Deus, promulgada no monte Sinai, e a lei civil ou disciplinar, decretada por Moisés. Uma é invariável; a outra, apropriada aos costumes e ao caráter do povo, se modifica com o tempo. A lei de Deus está formulada nos Dez Mandamentos seguintes:

I. Eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tirei do Egito, da casa da servidão. Não tereis, diante de mim, outros deuses estrangeiros. — Não fareis imagem esculpida, nem figura alguma do que está em cima do céu, nem embaixo na Terra, nem do que quer que esteja nas águas sob a terra. Não os adorareis e não lhes prestareis culto soberano.

II. Não pronunciareis em vão o nome do Senhor, vosso Deus.

III. Lembrai-vos de santificar o dia do sábado.

IV. Honrai a vosso pai e a vossa mãe, a fim de viverdes longo tempo na terra que o Senhor vosso Deus vos dará.

V. Não mateis.

VI. Não cometais adultério.

VII. Não roubeis.

VIII. Não presteis testemunho falso contra o vosso próximo.

IX Não desejeis a mulher do vosso próximo.

X. Não cobiceis a casa do vosso próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu asno, nem qualquer das coisas que lhe pertençam. (1)

 

Esclarecem, ainda, os Espíritos da Codificação:

É de todos os tempos e de todos os países essa lei e tem, por isso mesmo, caráter divino. Todas as outras são leis que Moisés decretou, obrigado que se via a conter, pelo temor, um povo de seu natural turbulento e indisciplinado, no qual tinha ele de combater arraigados abusos e preconceitos, adquiridos durante a escravidão do Egito. Para imprimir autoridade ás suas leis, houve de lhes atribuir origem divina, conforme o fizeram todos os legisladores dos povos primitivos. A autoridade do homem precisava apoiar-se na autoridade de Deus; mas, só a ideia de um Deus terrível podia impressionar criaturas ignorantes, em as quais ainda pouco desenvolvidos se encontravam o senso moral e o sentimento de uma justiça reta. (1)

Com o Decálogo inicia-se verdadeiramente a religião judaica, organizada por Moisés, ficando estabelecidas as bases da teocracia do Judaísmo.

Além de médium, Moisés era legislador e homem como os demais. A grande lei, diz ele, foi transmitida diretamente por Deus. Mas, conhecidos, como hoje se conhecem, os fenômenos psíquicos, logo se percebe que um Espírito elevado foi o mensageiro daqueles mandamentos, que o profeta transmitiu à posteridade com as falhas infalíveis do crivo humano e os acréscimos que a época impunha. (3)

Devemos considerar que, devido ao nível evolutivo de Moisés, é improvável que ele conversasse diretamente com Deus.

 

A […] Lei ou a base da Lei, nos dez mandamentos, foi-lhe ditada pelos emissários de Jesus, porquanto todos os movimentos de evolução material e espiritual do orbe se processaram, como até hoje se processam, sob o seu augusto e misericordioso patrocínio. (8)

 

É importante destacar também o seguinte:

 

As […] seitas religiosas, de todos os tempos, pela influenciação dos seus sacerdotes, procuram modificar os textos sagrados; todavia, apesar das alterações transitórias, os dez mandamentos, transmitidos à Terra por intermédio de Moisés, voltam sempre a ressurgir na sua pureza primitiva, como base de todo o direito no mundo, sustentáculo de todos os códigos da justiça terrestre. (7)

 

Moisés possuía uma mediunidade prodigiosa, desenvolvida na intimidade do templo egípcio. Todavia, o seu Espírito ainda tinha muito o que evoluir. Por esse motivo há discrepâncias entre o que ensinava, tendo como base o Decálogo, e o que exemplificava.

 

A legislação de Moisés está cheia de lendas e de crueldades compatíveis com a época, mas, escoimada de todos os comentários fabulosos a seu respeito, a sua figura é, de fato, a de um homem extraordinário, revestido dos mais elevados poderes espirituais. Foi o primeiro a tornar acessíveis às massas populares os ensinamentos somente conseguidos à custa de longa e penosa iniciação, com a síntese luminosa de grandes verdades. (6)

 

A saída do Egito é comemorada como sendo a Páscoa Judaica. É uma das tradições primitivas mais festejadas ainda hoje, mas sem o cerimonial e a concepção extremista do passado. A tradição passada às gerações futuras diz que essa festa foi, até a morte de Moisés, comandada por Miriam, irmã de Moisés, e se caracterizava por danças e cânticos alegres, animados pelos sons de tamborins. (4)

 

Moisés era possuidor de uma personalidade magnética, dominadora, hábil manipulador das massas e grande líder. Sabia incutir nas almas supersticiosas e ignorantes os temores animistas de um Deus vingador e zeloso. A sua prodigiosa mediunidade de efeitos físicos, associada à de outros auxiliares diretos, sobretudo a do seu irmão Aarão, que tinha o dom da fala e do convencimento, foram fatores que contribuíram para organizar a nação e a religião judaicas. Contudo, Moisés era um produto do meio onde fora criado em que o conhecimento espiritual era usado para obter domínio junto às mentes vacilantes. Outro costume herdado da sua educação egípcia está relacionado à infidelidade conjugal, incomum entre os judeus mas difundida entre os não-hebreus. Acredita-se que Moisés desentendeu vezes sem conta com a sua irmã Miriam a este respeito, pois, é sabido que o missionário teve outras esposa.s, além de Zipporah [Zípora]. (4), (Números, 12:1-16) e (Juízes, 4:11)

 

Acredita-se que Moisés, educado na cultura egípcia, teria sido um sacerdote de Osíris (2). Ele julgava o ritual da religião faraônica muito complicado e que merecia ser simplificado. Acreditava que os rituais mais significativos estavam diretamente relacionados aos números, nascendo, assim, as bases da Cabala judaica.

Este foi o ponto inicial da cisão ocorrida entre Moisés e os egípcios. Dessa forma, rompe com a tradição dos chamados iniciados. Ele ensinou, a todos, os mistérios da religião, mas sob o véu do simbolismo, de forma que somente os Espíritos mais adiantados ou argutos conseguiam entender. É por essa razão que muitos livros de Moisés podem parecer infantis aos que desconhecem o lado oculto dos ensinamentos. (2), (4) e (5)

A tradição oral não é transmitida a qualquer adepto do Judaísmo. É, antes, confiada a 70 discípulos escolhidos segundo as ideias existentes em Números, 11:16-17 e 25. A esotérica iniciação judaica acontece com a compreensão do Livro da Criação, ou Sepher Jersirah, e do Livro dos Princípios, ou Zohah. São obras de leitura e entendimento difíceis, uma vez que a linguagem abstrata é incompreensível para quem não tem a chave da iniciação (transmitida oralmente). Um dos mestres do pensamento esotérico moderno, Eduardo Schuré, não tem dúvidas de que Moisés teria escrito o livro Gênesis em hieróglifos, em três sentidos diferentes, confiando a chave da interpretação e a explicação dos mesmos, oralmente, aos seus sucessores.

A chave e as explicações estariam relacionadas não apenas aos números, mas à sonoridade da pronúncia das palavras que, parece, induziriam a um estado de transe e ligação com Espíritos. Ainda segundo este estudioso, na época de Salomão o livro Gênesis teria sido traduzido em caracteres fenícios e, quando em cativeiro na Babilônia, Esdras o teria redigido em caracteres arianos caldaicos. Os tradutores gregos da Bíblia tinham uma informação superficial da chave e explicações de Moisés. São Jerônimo, que fez a versão para o latim, nada sabia das tradições. Foi assim que se perdeu, pelo menos para os religiosos não-judeus, o entendimento esotérico dos ensinamentos de Moisés. (2), (4) e (5)

 

Até agora, a Humanidade da era cristã recebeu a grande Revelação em três aspectos essenciais: Moisés trouxe a missão de Justiça; O Evangelho, a revelação de insuperável Amor, e o Espiritismo, em sua feição de Cristianismo redivivo, traz, por sua vez, a sublime tarefa da Verdade. No centro das três revelações encontra-se Jesus-Cristo, como o fundamento de toda a luz e de toda a sabedoria. É que, com o Amor, a Lei manifestou-se na Terra no seu esplendor máximo; a Justiça e a Verdade nada mais são que os instrumentos divinos de sua exteriorização, com aquele Cordeiro de Deus, alma da redenção de toda a Humanidade. A Justiça, portanto, lhe aplainou os caminhos, e a Verdade, conseguintemente, esclarece os seus divinos ensinamentos […]. (9)

 

 

 

 

ORIENTAÇÃO AO MONITOR: Dinamizar o estudo por meio de pequenos grupos que deverão ser orientados a ler, analisar e debater a missão desempenhada por Moisés e a importância do Decálogo.

 


Referências:

1. KARDEC, Allan. O Evangelho segundo o Espiritismo. Tradução de Guillon Ribeiro. 124. ed, Rio de Janeiro, FEB, 2005. Cap. 1, item 2, p. 53-55.

2. DURVILLE, Henri — A Ciência Secreta. Tradução de um membro do círculo esotérico. São Paulo: O Pensamento, s/d, p. 293-340.

3. IMBASSAHY, Carlos. Religião. 5. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2002, Cap. O Espiritismo entre as religiões, item: Moisés, p. 173.

4. POTTER, Charles — História das Religiões. Trad. de J. Sampaio Ferraz. São Paulo: Ed. Universitária. 1994, cap. 1 (Moisés), p. 41-80.

5. SMITH, Huston — As Religiões do Mundo. Tradução de Merle Scoss. São Paulo, Editora Cultrix, 2002. Cap. 7 (Judaísmo), p. 261-301.

6. XAVIER, Francisco Cândido. Emmanuel. Pelo Espírito Emmanuel. 25. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. Cap. 2 (A Ascendência do Evangelho),  item: A lei moisaica, p. 27.

7. Idem - O Consolador. Pelo Espírito Emmanuel. 26. ed.  Rio de Janeiro: FEB, 2006, questão 268, p. 161.

8. Id. - Questão 269, p. 161.

9. Id. - Questão 271, p. 162.

 

Citação parcial para estudo, de acordo com o artigo 46, item III, da Lei de Direitos Autorais.

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