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Cornélio Pires



Além de poeta, contista, jornalista, humorista e conferencista, era Cornélio Pires devotado pesquisador do nosso folclore. “Seja bom” — recomendou-lhe, certa vez, Amadeu Amaral. E Cornélio Pires, ao fazer-se tarefeiro da Doutrina Espírita, não foi apenas um bom, mas verdadeiro herói da bondade permanente, a benefício dos semelhantes. Pouco antes de desencarnar, fundou em Tietê, SP, a “Granja de Jesus”, entidade de amparo ao menor abandonada. Escreveu para inúmeros jornais e revistas, tendo iniciado a sua vida literária em O Malho, do Rio. Alguns dos seus livros continuam a ter numerosas e sucessivas reedições. “Sua obra” — di-lo Joffre Martins Veiga — “é eminentemente popular e de cunho essencialmente brasileiro.” (Tietê, Est. de S. Paulo, 13 de Julho de 1884 — S. Paulo, Estado de S. Paulo, em 17 de Fevereiro de 1958.)

BIBLIOGRAFIA: Musa Caipira; O Monturo; Versos; Coisas d’Outro Mundo; Onde estás, ó morte?; etc. (Ani)


CORNÉLIO PIRES: Poeta popular por excelência, contista, humorista, jornalista e conferencista. Espírita convicto, apóstolo do bem. Foram muitas as publicações de S. Paulo e do Rio que receberam a sua colaboração. De sua obra se têm valido alguns escritores, como Amadeu Amaral e outros, para estudos folclóricos. Certos livros de Cornélio Pires têm numerosas edições. BIBLIOGRAFIA: O Monturo, Musa Caipira, Versos, Coisas d’Outro Mundo, etc. (Tietê, SP, 13 de Julho de 1884 — S. Paulo, SP, 17 de Fevereiro de 1958.) (Tda)


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