| 1 Enfim vencido… Na última canseira, n
Cimo espinhoso de suplícios tantos,
Busquei, ansioso, a estrada de agapantos, 3 n
Que me fora visão da vida inteira.
2 Tudo, porém, era neblina e poeira, 5
Misturadas de preces e acalantos,
Nênias da morte, hinários sacrossantos,
E a noite, a imensa noite derradeira…
3 Nos auges da aflição que me constringe,
Cai, entretanto, a máscara da esfinge…
Oh! sepulcro, onde a sombra em que te cevas?…
4 Refaz-se a luz que em lágrimas transponho,
E vejo, além, as flores do meu sonho,
Como estrelas radiando sobre as trevas… |