| CONTENDO
a explicação das máximas morais do Cristo em concordância com
o Espiritismo e suas aplicações às diversas circunstâncias da
vida — Por ALLAN KARDEC. — Paris, abril de 1864. |
Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade.
Índice
Prefácio.
Introdução.
| I. —
OBJETIVO DESTA OBRA. | II.
— AUTORIDADE DA DOUTRINA ESPÍRITA. — Controle universal do ensino dos
Espíritos. | III.
— NOTÍCIAS HISTÓRICAS: — Samaritanos.
— Nazarenos.
— Publicanos.
— Portageiros.
— Fariseus. — Escribas.
— Sinagoga. — Saduceus.
— Essênios
ou Esseus. — Terapeutas.
| IV.
— SÓCRATES E PLATÃO, precursores da ideia cristã e do Espiritismo.
I. — Não
vim destruir a Lei. | As três revelações: | Moisés. (2)
| Cristo. (3, 4) | O Espiritismo.
(5-7) | Aliança da
ciência e da religião. (8)
| Instruções dos Espíritos: | A nova era. (9-11)
II. — Meu
reino não é deste mundo. | A vida futura. (2,
3) | A realeza de Jesus. (4)
| O ponto de vista. (5-7)
| Instruções dos Espíritos: | Uma realeza terrestre. (8)
III. — Há
muitas moradas na casa de meu pai. | Diferentes estados da alma
na erraticidade. (2)
| Diferentes categorias de mundos habitados. (3-5)
| Destinação da Terra. Causas das misérias humanas. (6,
7) | Instruções dos Espíritos: | Mundos inferiores e mundos
superiores. (8-12)
| Mundos de expiações e de provas. (13-15)
| Mundos regeneradores. (16-18)
| Progressão dos mundos. (19)
IV. — Ninguém
poderá ver o reino de Deus se não nascer de novo. | Ressurreição
e reencarnação. (4-17)
| Os laços de família fortificados pela reencarnação e rompidos pela
unidade da existência. (18-23)
| Instruções dos Espíritos: | Limites da encarnação. (24)
| A encarnação é um castigo? Necessidade da encarnação. (25,
26)
V. — Bem-aventurados
os aflitos. | Justiça das aflições. (3)
| Causas atuais das aflições. (4,
5) | Causas anteriores das aflições. (6-10)
| Esquecimento do passado. (11)
| Motivos de resignação. (12,
13) | O suicídio e a loucura. (14-17)
| Instruções dos Espíritos: | Bem e mal sofrer. (18)
| O mal e o remédio. (19)
| A felicidade não é deste mundo. (20)
| Perda de pessoas amadas. Mortes prematuras. (21)
| Se fosse um homem de bem, teria morrido. (22)
| Os tormentos voluntários. (23)
| A desgraça real. (24)
| A melancolia. (25)
| Provas voluntárias. O verdadeiro cilício. (26)
| Dever-se-á pôr termo às provas do próximo? (27)
| Será lícito abreviar a vida de um doente que sofra sem esperança de
cura? [É lícito praticar a eutanásia?] (28)
| Suicídio intencional. (29)
| Sacrifício da própria vida. (30)
| Proveito dos sofrimentos para outrem. (31)
VI. — O
Cristo consolador. | O jugo leve. (1,
2) | Consolador prometido. (3,
4) | Instruções dos Espíritos: | Advento do Espírito de Verdade.
(5-8)
VII. — Bem-aventurados
os pobres de Espírito. | O que se deve entender por pobres de
espírito. (1,
2) | Aquele que se eleva será rebaixado. (3-6)
| Mistérios ocultos aos doutos e aos prudentes. (7-10)
| Instruções dos Espíritos: | O orgulho e a humildade. (11,
12) | Missão do homem inteligente na Terra. (13)
VIII. — Bem-aventurados
os que têm puro o coração. | Deixai que venham a mim as criancinhas.
(1-4)
| Pecado por pensamento. Adultério. (5-7)
| Verdadeira pureza. Mãos não lavadas. (8-10)
| Escândalos. Se a vossa mão é motivo de escândalo, cortai-a. (11-17)
| Instruções dos Espíritos: | Deixai que venham a mim as criancinhas.
(18,
19) | Bem-aventurados os que têm fechados os olhos. (20,
21)
IX. — Bem-aventurados
os que são brandos e pacíficos. | Injúrias e violências. (1-5)
| Instruções dos Espíritos: | A afabilidade e a doçura. (6)
| A paciência. (7) |
Obediência e resignação. (8)
| A cólera. (9, 10)
X. — Bem-aventurados
os que são misericordiosos. | Perdoai, para que Deus vos perdoe.
(1-4)
| Reconciliação com os adversários. (5,
6) | O sacrifício mais agradável a Deus. (7,
8) | O argueiro e a trave no olho. (9,
10) | Não julgueis, para não serdes julgados. Atire a primeira pedra
aquele que estiver sem pecado. (11-13)
| Instruções dos Espíritos: | Perdão das ofensas. (14,
15) | A indulgência. (16-18)
| É permitido repreender os outros? (19)
| Notar as imperfeições de outrem? (20)
| Divulgar o mal de outrem? (21)
XI. — Amar
o próximo como a si mesmo. | O mandamento maior. Fazermos
aos outros o que queiramos que os outros nos façam. Parábola dos credores
e dos devedores. (1-4)
| Dai a César o que é de César. (5-7)
| Instruções dos Espíritos: | A lei de amor. (8-10)
| O egoísmo. (11, 12)
| A fé e a caridade. (13)
| Caridade para com os criminosos. (14)
| Deve-se expor a vida por um malfeitor? (15)
XII. — Amai
os vossos inimigos. | Retribuir o bem pelo mal. (1-4)
| Os inimigos desencarnados. (5,
6) | Se alguém vos bater na face direita, apresentai-lhe também
a outra. (7,
8) | Instruções dos Espíritos: | A vingança. (9)
| O ódio. (10) | O duelo.
(11-16)
XIII. — Que
vossa mão esquerda não saiba o que dê vossa mão direita. | Fazer
o bem sem ostentação. (1-3)
| Os infortúnios ocultos. (4)
| O óbolo da viúva. (5,
6) | Convidar os pobres e os estropiados. Dar sem esperar retribuição.
(7,
8) | Instruções dos Espíritos: | A caridade material e a
caridade moral. (9,
10) | A beneficência. (11-16)
| A piedade. (17) | Os
órfãos. (18) | Benefícios
pagos com a ingratidão. (19)
| Beneficência exclusiva. (20)
XIV. — Honrai
a vosso pai e a vossa mãe. | Piedade filial. (3,
4) | Quem é minha mãe e quem e quem são meus irmãos? (5-7)
| Parentela corporal e parentela espiritual. (8)
| Instruções dos Espíritos: | A ingratidão dos filhos e os laços
de família. (9)
XV. — Fora
da caridade não há salvação. | O de que precisa o Espírito para
ser salvo. Parábola do bom samaritano. (1-3)
| O mandamento maior. (4,
5) | Necessidade da caridade, segundo São Paulo. (6,
7) | Fora da Igreja não há salvação. Fora da verdade não há salvação.
(8,
9) | Instruções dos Espíritos: | Fora da caridade não há
salvação. (10)
XVI. — Não
se pode servir a Deus e a mamon. | Salvação dos ricos. (1,
2) | Preservar-se da avareza. (3)
| Jesus em casa de Zaqueu. (4)
| Parábola do mau rico. (5)
| Parábola dos talentos. (6)
| Utilidade providencial da riqueza. Provas da riqueza e da miséria.
(7)
| Desigualdade das riquezas. (8)
| Instruções dos Espíritos: | A verdadeira propriedade. (9,
10) | Emprego da fortuna. (11-13)
| Desprendimento dos bens terrenos. (14)
| Transmissão da fortuna. (15)
XVII. — Sede
perfeitos. | Caracteres da perfeição. (1,
2) | O homem de bem. (3)
| Os bons espíritas. (4)
| Parábola da semente. (5,
6) | Instruções dos Espíritos: | O dever. (7)
| A virtude. (8) | Os superiores
e os inferiores. (9)
| O homem no mundo. (10)
| Cuidar do corpo e do Espírito. (11)
XVIII. — Muitos
os chamados, poucos os escolhidos. | Parábola do festim de bodas.
(1, 2) |
A porta estreita. (3-5)
| Nem todos os que dizem: Senhor! Senhor! entrarão no reino dos Céus.
(6-9)
| Muito se pedirá àquele que muito recebeu. (10-12)
| Instruções dos Espíritos: | Dar-se-á àquele que tem. (13-15)
| Pelas suas obras é que se reconhece o cristão. (16)
XIX. — A
fé transporta montanhas. | Poder da fé. (1-5)
| A fé religiosa. Condição da fé inabalável. (6,
7) | Parábola da figueira que secou. (8-10)
| Instruções dos Espíritos: | A fé: mãe da esperança e da caridade.
(11)
| A fé divina e a fé humana. (12)
XX. — Os
trabalhadores da última hora. | Instruções dos Espíritos:
| Os últimos serão os primeiros. (2,
3) | Missão dos espíritas. (4)
| Se, entre os chamados para o Espiritismo, muitos se transviaram, quais
os sinais pelos quais reconheceremos os que se acham no bom caminho?
(4.17)
| Os obreiros do Senhor. (5)
XXI. — Haverá
falsos cristos e falsos cristos e falsos profetas. | Conhece-se
a árvore pelo fruto. (1-3)
| Missão dos profetas. (4)
| Prodígios dos falsos profetas. (5)
| Não creias em todos os Espíritos. (6,
7) | Instruções dos Espíritos: | Os falsos profetas. (8)
| Caracteres do verdadeiro profeta. (9)
| Os falsos profetas da erraticidade. (10)
| Jeremias e os falsos profetas. (11)
XXII. — Não
separeis o que juntou. | Indissolubilidade do casamento. (1-4)
| O divórcio. (5)
XXIII. — Estranha
moral. | Quem não odeia a seu pai e a sua mãe. (1-3)
| Abandonar seu pai, sua mãe e seus filhos. (4-6)
| Deixar aos mortos o cuidado de enterrar seus mortos. (7,
8) | Não vim trazer a paz, mas a divisão. (9-18)
XXIV. — Não
ponhais a candeia debaixo do alqueire. | Candeia sob o alqueire.
Porque fala Jesus por parábolas. (1-7)
| Não vades ter com os gentios. (8-10)
| Não são os que gozam saúde que precisam de médico. (11,
12) | Coragem da fé. (13-16)
| Carregar sua cruz. Quem quiser salvar a vida, perdê-la-á. (17-19)
XXV. — Buscai
e achareis. | Ajuda-te a ti mesmo, que o Céu te ajudará. (1-5)
| Observai os pássaros do céu. (6-8)
| Não vos afadigueis pela posse do ouro. (9-11)
XXVI. — Dai
gratuitamente o que gratuitamente recebestes. | Dom de curar.
(1, 2) | Preces pagas. (3,
4) | Mercadores expulsos do templo. (5,
6) | Mediunidade gratuita. (7-10)
XXVII. — Pedi
e obtereis. | Qualidades da prece. (1-4)
| Eficácia da prece. (5-8)
| Ação da prece. Transmissão do pensamento. (9-15)
| Preces inteligíveis. (16,
17) | Da prece pelos mortos e pelos Espíritos sofredores. (18-21)
| Instruções dos Espíritos: | Maneira de orar. (22)
| Felicidade da prece. (23)
XXVIII. — Coletânea
de preces espíritas. | I. Preces gerais. | Preâmbulo.
(1) | Oração dominical.
(2, 3) | Reuniões
espíritas. (4-7)
| Para os médiuns. (8-10)
| II. Preces por si mesmo. | Aos anjos guardiães e aos Espíritos
protetores. (11-14)
| Para afastar os maus Espíritos. (15-17)
| Para pedir a corrigenda de um defeito. (18,
19) | Para pedir a força de resistir a uma tentação. (20,
21) | Ação de graças pela vitória alcançada sobre uma tentação.
(22,
23) | Para pedir um conselho. (24,
25) | Nas aflições da vida. (26,
27) | Ação de graças por um favor obtido. (28,
29) | Ato de submissão e de resignação. (30-33)
| Num perigo iminente. (34,
35) | Ação de graças por haver escapado a um perigo. (36,
37) | À hora de dormir. (38,
39) | Prevendo próxima a morte. (40,
41) | III. Preces por outrem. | Por alguém que esteja em
aflição. (42,
43) | Ação de graças por um benefício concedido a outrem. (44,
45) | Pelos nossos inimigos e pelos que nos querem mal. (46,
47) | Ação de graças pelo bem concedido aos nossos inimigos. (48,
49) | Pelos inimigos do Espiritismo. (50-52)
| Por uma criança que acaba de nascer. (53-56)
| Por um agonizante. (57,
58) | IV. Preces pelos que já não são da Terra. | Por
alguém que acaba de morrer. (59-61)
| Pelas pessoas a quem tivemos afeição. (62,
63) | Pelas almas sofredoras que pedem preces. (64-66)
| Por um inimigo que morreu. (67,
68) | Por um criminoso. (69,
70) | Por um suicida. (71,
72) | Pelos Espíritos penitentes. (73,
74) | Pelos Espíritos endurecidos. (75,
76) | V. Pelos enfermos e os obsidiados. | Pelos enfermos.
(77-80) | Pelos
obsidiados. (81-84)
ANEXO À EDIÇÃO BRASILEIRA. | COMUNICAÇÃO ESPÍRITA:
A
propósito da Imitação do Evangelho. | Homenagem de Emmanuel por
ocasião do centenário de lançamento d’O Evangelho: OBRIGADO,
SENHOR! | Prece
de Cáritas. | As lições dessa bíblia que fizeram citações ao
Evangelho segundo o Espiritismo, poderão ser consultadas na seção
Estudos Espíritas.