Bíblia do Caminho Testamento Kardequiano

O Livro dos Espíritos — Livro I — Doutrina Espírita.

(1ª edição)
(Édition Française)

Capítulo VI.


Retorno da vida corpórea à vida espiritual. 88

A alma após a morte. — Individualidade da alma antes e depois da morte. — O todo universal. — Independência da alma e do princípio vital. — O corpo pode viver sem a alma. — Separação da alma e do corpo. — Sensação da alma ao retornar ao mundo dos Espíritos. — Lembrança da existência corpórea. — Relações entre as almas dos que se conheceram na Terra. — Maneira pela qual as almas consideram as coisas deste mundo. — Humilhação dos grandes e exaltação dos pequenos. (Questões 101 a 124 b.)


101. Em que se torna a alma no instante da morte? [Questão 149.]
“Volta a ser Espírito.”


A alma que havia deixado o mundo dos Espíritos para vestir o invólucro corpóreo, deixa esse envoltório no momento da morte e volta imediatamente a ser Espírito.


102. Após a morte, a alma conserva sua individualidade? [Questão 150.]
“Sim; jamais a perde.”


A alma nunca perde sua individualidade; tinha-a antes de encarnar e a conserva durante e após sua união com o corpo.


103. Que pensar da opinião dos que dizem que após a morte a alma retorna ao todo universal? [Questão 151.]
“O conjunto dos Espíritos não forma um todo? Não constitui um mundo completo? Quando estás numa assembleia, és parte integrante dela e, não obstante, conservas sempre tua individualidade.”


Os que pensam que, pela morte, a alma retorna ao todo universal estão errados, se por isso entendem que, semelhante a uma gota d’água que cai no oceano, ela perde ali sua individualidade. Estão certos, se por todo universal entendem o conjunto dos seres incorpóreos, de que cada alma ou Espírito é um elemento. Tal um soldado que faz parte de um exército onde fica submetido à lei comum, sem por isso deixar de ser ele mesmo.


104. A alma é independente do princípio vital? [Questão 136.]
“Sim; o corpo é apenas o envoltório, repetimo-lo sem cessar.”


104 a. O corpo pode existir sem a alma? [Questão 136 a.]

“Sim; entretanto, desde que cessa a vida do corpo, a alma o abandona. Antes do nascimento a alma ainda não está nele; 89 não há união entre a alma e o corpo, 90 ao passo que, depois de se haver estabelecido essa união, a morte do corpo rompe os laços que o unem à alma e a alma o deixa.”


A alma é independente do princípio vital.
Antes do nascimento o corpo pode viver sem a alma, porque não existe ainda união entre a alma e o corpo; mas, depois de se haver estabelecido essa união, a alma deixa o corpo tão logo este cesse de viver, porque então os laços que existiam entre a alma e o corpo são rompidos. A vida orgânica pode animar um corpo sem alma, mas a alma não pode habitar um corpo privado de vida orgânica.


105. É dolorosa a separação da alma e do corpo? [Questão 154.]
“Não; o corpo quase sempre sofre mais durante a vida do que no momento da morte; a alma nenhuma parte toma nisso. Os sofrimentos que algumas vezes se experimentam no instante da morte são um gozo para o Espírito, que vê chegar o termo de seu exílio.”


Os sofrimentos que algumas vezes se experimentam no momento da morte se devem a causas corpóreas e acidentais; a alma não toma qualquer parte nisso. Os sofrimentos constituem mesmo um gozo para o Espírito, visto lhe anunciarem a libertação, que se aproxima.
Na morte natural, a que resulta do esgotamento dos órgãos em consequência da idade, o homem deixa a vida sem perceber: é uma lâmpada que se apaga por falta de combustível.


106. A separação da alma e do corpo se opera instantaneamente? [Questão 155 a.]
“Sim; ela escapa como frágil pomba perseguida por um abutre.” 91


A separação da alma e do corpo se opera instantaneamente; rompidos os laços que a retinham, ela foge como um prisioneiro que se evade.


107. A separação da alma e do corpo se opera algumas vezes antes da cessação completa da vida orgânica? [Questão 156.]
“Sim; como na agonia, a alma já deixou o corpo. Nada mais resta que a vida orgânica. O corpo é uma máquina que o coração põe em movimento; existe enquanto o coração faz circular o sangue nas veias e para isso não precisa da alma.”


A separação da alma e do corpo quase sempre se verifica antes da cessação completa da vida orgânica. É o que acontece com o homem agonizante: embora ainda lhe reste um sopro de vida, ele já não tem consciência de si mesmo.
Na morte violenta ou acidental, quando os órgãos ainda não se enfraqueceram pela idade ou pelas doenças, a separação da alma e o cessar da vida ocorrem simultaneamente. [Questão 161.]


108. Deixando o corpo, a alma tem imediatamente consciência de si mesma? [Questão 163.]
“Consciência imediata.” 92


108 a. O exemplo de uma pessoa que passa da escuridão para a claridade pode dar-nos uma ideia desse fato?
“Não exatamente, pois a alma precisa de algum tempo para reconhecer-se. A princípio tudo é confuso. É como um homem que sai de profundo sono; até que desperte completamente, suas ideias só lhe chegam pouco a pouco.”


Ao deixar seu envoltório, a alma tem imediata consciência de si mesma e de sua individualidade; mas precisa de algum tempo para reconhecer-se. No primeiro momento acha-se como que aturdida e na condição de um estrangeiro subitamente transportado a uma cidade desconhecida, ou como alguém que sai de profundo sono e não se encontra ainda completamente acordado. A lucidez das ideias e a memória do passado lhe voltam à medida que se apaga a influência da matéria da qual acaba de libertar-se. [Questão 165.]


109. Que sensação experimenta a alma no momento em que, deixando seu invólucro corpóreo, entra de novo no mundo dos Espíritos? [Questão 159.]
“Depende; quer dizer: se praticaste o mal com o desejo de o fazer, no primeiro momento te sentirás envergonhado de o haveres praticado.”


109 a. É a mesma, a sensação que experimenta a alma do justo?
“Oh! isso é bem diferente; sua alma sente-se como que aliviada de grande peso.” [Questão 159.]


O primeiro sentimento que a alma experimenta ao regressar ao mundo espiritual vai depender do uso que haja feito da vida que lhe foi dada como prova. Se o seu tempo foi mal empregado, e se praticou o mal com conhecimento de causa, o primeiro sentimento que a domina é o da vergonha e o da confusão, visto que todas as suas ações ficarão então a descoberto; tal como se dá na Terra com alguém que é preso em flagrante delito por um ato que julgava profundamente oculto.
A alma do justo, ao contrário, fica como que aliviada de grande peso; entra radiosa e feliz por sua libertação no mundo dos Espíritos, porque não teme nenhum olhar investigador.


110. No momento da morte, a alma tem, algumas vezes, uma aspiração ou êxtase que lhe faça entrever o mundo ande vai entrar? [Questão 157.]
“Sim.”


110 a. Que sente ela nesse momento?
“Sente que se vão romper os laços que a prendem ao corpo; emprega então todos os esforços para desfazê-los inteiramente.” [Questão 157.]


No momento da morte, a alma tem, algumas vezes, uma aspiração ou êxtase que lhe faz entrever o mundo onde vai entrar. Já em parte desprendida da matéria, sente se quebrarem os laços que a prendiam à Terra e que ela própria se esforça para rompê-los; vê o futuro desdobrar-se diante de si.


111. O exemplo da lagarta pode dar-nos uma ideia da vida terrestre, do túmulo e, finalmente, de nossa nova existência? [Questão 158.]
“Uma pálida ideia. A imagem é boa; todavia, não deve ser tomada ao pé da letra, como frequentemente o fazeis.”


O exemplo da lagarta, que inicialmente rasteja na terra, depois se encerra na sua crisálida em estado de morte aparente, para em seguida renascer com uma existência brilhante, é uma imagem, embora pálida e incompleta, de nossa existência terrestre, do túmulo e, finalmente, de nossa nova existência. 93


112. O Espírito desprendido da matéria guarda lembrança de sua existência corpórea? [Questão 304.]
“Sim, e de todos os atos de sua vida.”


112 a. Como ele considera seu corpo? [Questão 309.]
“Como uma roupa imprestável, da qual se desembaraçou.”


Ao despojar-se da matéria, o Espírito conserva a lembrança de sua existência corpórea, cujos atos e mínimos detalhes lhe acorrem de novo à memória. Vê seu envoltório deteriorar-se, como veríamos apodrecer uma roupa velha que jogamos fora.


113. A alma que volta à vida espiritual é sensível às homenagens prestadas aos seus despojos mortais? [Questão 326.]
“Não; já não tem a vaidade terrena e compreende a futilidade deste mundo, principalmente quando o Espírito já chegou a certo grau de perfeição. Mas, ficai sabendo, há Espíritos que, nos primeiros momentos que se seguem à sua morte material, experimentam grande prazer com as honras que lhes são prestadas, ou se aborrecem com o abandono a que relegaram seus despojos mortais. É que ainda conservam algumas ideias e preconceitos da vida terrena.”


Ao retornar à vida espiritual, a alma que já alcançou certo grau de perfeição compreende a futilidade das coisas humanas e vê, sem prazer e sem orgulho, as honras prestadas aos seus despojos mortais. A lembrança das pessoas que lhe são caras é a única coisa a que dá valor.
Somente os Espíritos inferiores, ainda sob a influência da matéria, experimentam, no momento da morte material, certo prazer com as honras que lhes são tributadas ou lamentam o abandono a que relegaram seu corpo.


114. Os Espíritos retornam aos túmulos onde repousam seus corpos, de preferência a outros locais?
“Não; o corpo não passava de uma vestimenta; não se interessam mais por ela.”


É um erro e uma ideia supersticiosa pensar que os Espíritos retornam aos túmulos onde repousam seus corpos, de preferência a outros lugares. Não dão importância ao envoltório, que lhes causou sofrimentos.


115. O respeito instintivo que, em todos os tempos e entre todos os povos, o homem testemunha pelos mortos, é efeito da intuição que tem da vida futura? [Questão 329.]
“Sim, é a consequência natural.”


Em todos os tempos e entre todos os povos, o homem tem testemunhado respeito instintivo pelos mortos. Tal sentimento prova haver nele intuição da existência futura, pois, sem isso, esse respeito não teria qualquer objetivo.


116. Os Espíritos se reconhecem por terem convivido na Terra? O filho reconhece o pai, o amigo reconhece o seu amigo? [Questão 285.]
“Sim, e assim de geração em geração.”


Ao retornar à vida espiritual, a alma guarda lembrança de sua existência corpórea, reconhecendo aqueles a quem conheceu na Terra: o amigo reconhece o amigo, o filho reconhece o pai, e assim de geração em geração.


117. Como se reconhecem no mundo dos Espíritos os homens que se conheceram na Terra? [Questão 285 a.]
“Vemos nossa vida passada e lemos nela como num livro. Vendo o pretérito de nossos amigos e inimigos, aí vemos sua passagem da vida para a morte.”


Os homens que se conheceram na Terra não se reconhecem no mundo dos Espíritos por uma forma qualquer. A vida terrena se apresenta a eles; nela eles leem como num livro aberto e, vendo o passado dos que conheceram, veem sua passagem de uma vida para outra.


118. Dois seres que foram inimigos na Terra guardam ressentimento um do outro no mundo dos Espíritos? [Questão 293.]
“Não; compreendem que o ódio que se votavam mutuamente era estúpido e pueril o motivo que o inspirava. Apenas os Espíritos imperfeitos conservam uma espécie de animosidade, enquanto não se tenham purificado.”


118 a. As lembranças das más ações que dois homens praticaram um contra o outro constitui obstáculo à simpatia que deve reinar entre eles? [Questão 294.]
“Sim; essa lembrança os leva a se afastarem um do outro.”


Dois seres que foram inimigos na Terra não guardam entre si nenhum ressentimento no mundo dos Espíritos, porque compreendem perfeitamente quanto era estúpido seu ódio e pueril o motivo que o inspirava. Mas a lembrança das más ações que cometeram uns contra os outros os leva a se afastarem.
Tal como dois escolares que chegam à idade da razão e reconhecem a puerilidade das querelas que tiveram na infância e deixam de se querer mal.


119. Podemos dissimular alguns de nossos atos aos Espíritos? [Questões 283, 456 e 457.]
“Não; nem atos nem pensamentos.”


119 a. Sendo assim, parece mais fácil ocultar qualquer coisa de uma pessoa viva do que escondê-la dessa mesma pessoa depois de morta? [Questão 457 a.]
“Certamente, e quando vos julgais bem escondidos, muitas vezes tendes uma multidão de Espíritos que vos observam.”


Sendo a visão indefinida e a penetração do pensamento um dos atributos dos Espíritos, resulta que não lhes podemos dissimular nada. Podemos ocultar alguma coisa a uma pessoa durante a vida, mas não poderemos mais fazê-lo depois de sua morte, pois ela conhece todos os nossos atos e os mais secretos movimentos de nossa alma.


120. Os Espíritos conservam algumas das paixões humanas? [Questão 228.]
“Os Espíritos puros, ao perderem seu envoltório, deixam as más paixões e só guardam as do bem; mas os Espíritos inferiores as conservam, pois do contrário pertenceriam à primeira ordem.”


Ao deixarem o envoltório material, os Espíritos superiores só conservam das paixões humanas as voltadas ao bem. Os Espíritos inferiores, ao contrário, conservam as más, e é isso que os mantém nas classes inferiores até que estejam depurados.


121. Como a alma do justo é acolhida na sua volta ao mundo dos Espíritos? [Questão 287]
“Como um irmão bem-amado e esperado há muito tempo; aqueles que o amam vêm recebê-lo.”


121 a. E a alma do mau? [Questão 287.]
“A alma do mau é acolhida como um ser a quem se despreza.”


121 b. Que sentimento experimentam os Espíritos impuros, ao verem chegar outro Espírito mau? [Questão 288.]
“Os maus ficam satisfeitos quando veem seres semelhantes a eles e, também como eles, privados da felicidade infinita, como acontece, na Terra, a um bandido entre seus iguais.”


No seu retorno ao mundo espiritual a alma do justo é acolhida pelos Espíritos bons como o é um viajante por seus amigos ao regressar de excursão perigosa, ou como um irmão bem-amado, esperado há muito tempo.
Se escapou dos perigos da viagem, isto é, se saiu vitoriosa das tentações e das provações, eleva-se na hierarquia dos Espíritos; se, ao contrário, sucumbiu, entra na classe dos Espíritos inferiores, satisfeitos ante da visão de um ser à sua imagem e, como eles, privado da felicidade infinita.


122. O homem que foi feliz neste mundo lastima a felicidade que perdeu ao deixar a Terra? [Questão 313.]
“Não, pois a felicidade eterna é mil vezes preferível à gozada neste mundo. Só os Espíritos inferiores podem lamentar as alegrias condizentes com sua natureza impura, e que lhes acarretam a expiação pelo sofrimento.”


Os gozos terrenos perecem com o corpo. Como já não dá nenhuma importância ao corpo, o Espírito não sente saudade de nenhum dos prazeres grosseiros que usufruiu na Terra, pois compreende a futilidade desses prazeres em comparação com a felicidade eterna.
Tal como o homem adulto que menospreza o que constituía as delícias de sua infância.


123. Aquele que começou grandes trabalhos com um objetivo útil e que os vê interrompidos pela morte, lamenta, no outro mundo, tê-los deixado por acabar? [Questão 314.]
“Não, porque vê que outros estão designados para concluí-los. Trata, ao contrário, de influenciar outros Espíritos humanos, a fim de que os levem adiante. Seu objetivo, na Terra, era o bem da Humanidade; no mundo dos Espíritos, esse objetivo continua sendo o mesmo.”


O homem que começou na Terra grandes trabalhos com um objetivo útil e que os vê interrompidos pela morte, uma vez no mundo dos Espíritos não experimenta mais nenhum pesar por havê-los deixado inacabados, porquanto, liberto de todo sentimento de vaidade, vê que outros homens estão destinados a levá-los adiante. Longe disso, procura influenciar outros Espíritos humanos a dar-lhes prosseguimento.


124. O poder e a consideração de que um homem desfrutou na Terra lhe dão alguma supremacia no mundo dos Espíritos? [Questão 275.]
“Não, pois os pequenos serão elevados e os grandes rebaixados. Lê os salmos.”  ( † )  ( † )


124 a. Como devemos entender essa elevação e esse rebaixamento? [Questão 275 a.]
“Não sabes que os Espíritos são de diferentes ordens, conforme seus méritos? Pois bem! O maior na Terra pode pertencer à última categoria entre os Espíritos, ao passo que seu servo pode estar na primeira. Compreendes isto?”


124 b. Aquele que foi grande na Terra e que se acha em posição inferior, entre os Espíritos, sente humilhação por isso? [Questão 276.]
“Quase sempre muito grande, sobretudo se era orgulhoso e invejoso.”


As grandezas terrenas desaparecem com a vida corpórea. O homem só leva consigo o mérito do bem que haja feito. O poder e a consideração que tenha fruído na Terra não lhe conferem nenhuma superioridade no mundo dos Espíritos; lá os pequenos serão elevados e os grandes rebaixados ( † )  ( † )
Essa elevação e esse rebaixamento devem ser entendidos como diferentes ordens de Espíritos; é assim que um poderoso da Terra pode ser relegado entre os Espíritos inferiores, enquanto um homem da mais humilde condição pode ficar na primeira; de onde resulta, no mundo dos Espíritos, a desigualdade, que constitui glória para uns e humilhação para outros. Era isso que Jesus entendia, quando disse: “Meu reino não é deste mundo.”  ( † )



[88] N. T.: Entenda-se a volta do Espírito, extinta a vida corpórea, à vida no mundo espiritual.


[89] N. T.: A expressão “a alma ainda não está nele” foi excluída da 2° edição de O Livro dos Espíritos [na questão 136 a, ficando assim redigida: “Antes do nascimento, ainda não há união definitiva entre a alma e o corpo.”].


[90] N. T.: Ver nota de rodapé n° 84, à página 118.


[91] N. T.: Conforme resposta à questão 155 a, da edição definitiva de O Livro dos Espíritos, de 1860, que trata do mesmo assunto, tal separação não se opera instantaneamente. “A alma se desprende gradualmente e não escapa como um pássaro cativo a quem se restituiu a liberdade. Aqueles dois estados se tocam e se confundem, de modo que o Espírito se desprende pouco a pouco dos laços que o retinham: eles se desatam, não se quebram”.


[92] N. T.: Na edição definitiva de O Livro dos Espíritos [Questão 165], esta resposta passou a ter a seguinte redação: “Consciência imediata não é bem o termo; a alma fica algum tempo em estado de perturbação”.


[93] N. T.: Na presente edição de O Livro dos Espíritos, de 1857, este comentário atribuído a Allan Kardec, que vem logo depois da resposta dos Espíritos à questão 111, passa a integrar a questão 158, da edição definitiva, publicada em 1860.


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